Paralisação dos motoristas de ônibus de Natal chegou ao fim. Após duas
horas com os serviços suspensos durante esta sexta-feira (25) em
protesto à violência nos transportes públicos, os rodoviários retomaram
as atividades e discutem com a Polícia Militar a possibilidade de novas
medidas que garantam a segurança dos profissionais e passageiros.
De acordo com o Sindicato dos Rodoviários (Sintro), o motivo da paralisação foram os 178 assaltos em ônibus registrados somente neste ano, com o último caso ocorrendo na noite de ontem (24), quando um motorista da linha 22, da empresa Conceição, levou uma facada no queixo durante um assalto. O profissional está fora de perigo e passa bem.
Com a manifestação, a população de Natal foi pega de surpresa. Os motoristas se dividiram em três pontos principais de protesto, com ônibus parados nas vias do Alecrim, Ribeira e Lagoa Nova. O trânsito ficou congestionado e várias pessoas preferiram seguir a pé enquanto ocorria a paralisação.
"Sabemos que uma paralisação não vai resolver o problema da violência, mas precisamos dizer às pessoas que nós também somos vítimas. Não tem polícia na rua e dizemos isso porque ninguém anda mais pela cidade do que o motorista de ônibus", disse o presidente do Sintro, Nastagnam Batista.
De acordo com o Sindicato dos Rodoviários (Sintro), o motivo da paralisação foram os 178 assaltos em ônibus registrados somente neste ano, com o último caso ocorrendo na noite de ontem (24), quando um motorista da linha 22, da empresa Conceição, levou uma facada no queixo durante um assalto. O profissional está fora de perigo e passa bem.
Com a manifestação, a população de Natal foi pega de surpresa. Os motoristas se dividiram em três pontos principais de protesto, com ônibus parados nas vias do Alecrim, Ribeira e Lagoa Nova. O trânsito ficou congestionado e várias pessoas preferiram seguir a pé enquanto ocorria a paralisação.
"Sabemos que uma paralisação não vai resolver o problema da violência, mas precisamos dizer às pessoas que nós também somos vítimas. Não tem polícia na rua e dizemos isso porque ninguém anda mais pela cidade do que o motorista de ônibus", disse o presidente do Sintro, Nastagnam Batista.
Tribuna do Norte


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