Policiais do 3º Batalhão e do Grupamento de Choque da Polícia Militar
localizaram um mapa, e o planejamento para uma suposta tentativa de
resgate de presos do Presídio Rogério Coutinho Madruga, conhecido como
pavilhão 5 do presídio de Alcaçuz. O plano estava no interior de uma
casa localizada no bairro Liberdade, em Parnamirim, município da Região
Metropolitana de Natal.
A caderneta continha desenhos de mapas, e texto com a logística do
resgate, incluindo as atribuições de cada pessoa que deveria atuar na
invasão ao presídio que fica localizado em Nísia Floresta. A Polícia
Militar chegou à residência após denúncia anônima indicando fluxo
constante de vários indivíduos em um imóvel abandonado. As guarnições
não localizaram as pessoas às quais se referia o denunciante, mas houve a
apreensão de um rifle com várias munições.
As anotações e orientações contidas em uma folha de papel indicava “plano de fuga e pontos estratégicos”. O manuscrito indicava quais guaritas deveriam ser alvo da investida, a função e posicionamento de cada um dos criminosos envolvidos no resgate. Também faz referência ao momento que ação deveria começar: durante um apagão. A quadrilha usaria ao menos dois veículos. O manuscrito não faz referência a nomes, mas deixa claro que o alvo eram os presos do pavilhão 5, a área de detenção mais nova do presídio, e que abriga presos mais perigosos.
Os policiais também recolheram fotos e documentação de uma mulher. Informações preliminares dão conta que a moça que está nas fotografias pode ser mulher de um presidiário de Alcaçuz. Uma delas, segundo a polícia, pode ser falsa. O material apreendido foi levado à Delegacia de Plantão da Zona Sul.
As anotações e orientações contidas em uma folha de papel indicava “plano de fuga e pontos estratégicos”. O manuscrito indicava quais guaritas deveriam ser alvo da investida, a função e posicionamento de cada um dos criminosos envolvidos no resgate. Também faz referência ao momento que ação deveria começar: durante um apagão. A quadrilha usaria ao menos dois veículos. O manuscrito não faz referência a nomes, mas deixa claro que o alvo eram os presos do pavilhão 5, a área de detenção mais nova do presídio, e que abriga presos mais perigosos.
Os policiais também recolheram fotos e documentação de uma mulher. Informações preliminares dão conta que a moça que está nas fotografias pode ser mulher de um presidiário de Alcaçuz. Uma delas, segundo a polícia, pode ser falsa. O material apreendido foi levado à Delegacia de Plantão da Zona Sul.


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