O marqueteiro do PT João Santana e a mulher dele, Mônica Moura, já estão
na carceragem da Polícia Federal em Curitiba (PR), onde vão permanecer
até que saia uma decisão do juiz Sérgio Moro. O local é onde ficam os
presos da Operação Lava Jato, enquanto não são transferidos para uma
unidade prisional ou soltos.
O casal teve a prisão decretada na segunda-feira (22), na 23ª fase da Lava Jato, batizada de “Operação Acarajé”. Eles estavam na República Dominicana e foram detidos na manhã desta terça-feira (23), logo que desembarcaram no aeroporto internacional de São Paulo.
Imediatamente, os dois, que são sócios, foram levados de avião para a Polícia Federal em Curitiba. Na tarde de hoje, eles passaram por exame de corpo de delito, no Instituto Médico Legal.
A PF cumpriu ontem oito mandados de prisão em São Paulo, Rio de Janeiro e na Bahia. Também foram apreendidos documentos, computadores, veículos, uma lancha e R$ 300 mi em moeda nacional e estrangeira.
Santana e a mulher estavam na República Dominicana, onde trabalhavam na campanha de reeleição do presidente Daniel Medina. O marqueteiro pediu afastamento e retornou ao Brasil. Ontem, a Justiça bloqueou R$ 100 mil em contas das empresas dele e um apartamento de R$ 3 milhões.
O casal teve a prisão decretada na segunda-feira (22), na 23ª fase da Lava Jato, batizada de “Operação Acarajé”. Eles estavam na República Dominicana e foram detidos na manhã desta terça-feira (23), logo que desembarcaram no aeroporto internacional de São Paulo.
Imediatamente, os dois, que são sócios, foram levados de avião para a Polícia Federal em Curitiba. Na tarde de hoje, eles passaram por exame de corpo de delito, no Instituto Médico Legal.
A PF cumpriu ontem oito mandados de prisão em São Paulo, Rio de Janeiro e na Bahia. Também foram apreendidos documentos, computadores, veículos, uma lancha e R$ 300 mi em moeda nacional e estrangeira.
Santana e a mulher estavam na República Dominicana, onde trabalhavam na campanha de reeleição do presidente Daniel Medina. O marqueteiro pediu afastamento e retornou ao Brasil. Ontem, a Justiça bloqueou R$ 100 mil em contas das empresas dele e um apartamento de R$ 3 milhões.


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