Se no passado os duelos jamais eram desequilibrados e, hoje, o Bangu fez
campanha semelhante à do Botafogo na Taça Rio, ao menos no orçamento e
na estrutura a discrepância ainda é clara. Longe dos holofotes há mais
de vinte anos, o time alvirrubro se mantém com folha salarial de cerca
de R$ 150 mil (considerando elenco e comissão técnica), enquanto o
Glorioso ostenta quase R$ 2 milhões de gastos com os mesmos
profissionais - e é a menor entre os quatro grandes. Por isso, a
preocupação com o clima de oba-oba que se aproximou do Engenhão após a
definição das semifinais, que começam neste sábado. O técnico Oswaldo de
Oliveira confia na humildade de seus comandados.
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