Dos cinco jogadores do Vasco julgados nesta quarta-feira no Tribunal
de Justiça Desportiva do Rio (TJD-RJ), por causa da confusão com o
árbitro Wágner dos Santos Rosa no último clássico contra o Flamengo,
pela Taça Rio, apenas Diego Souza foi absolvido das acusações de
agressão e ofensa moral. O volante Eduardo Costa e o zagueiro Rodolfo
foram suspensos por oito jogos, enquanto o lateral Fágner e o meia
Fellipe Bastos pegaram seis partidas de punição.
No entanto, enquanto o recurso obrigatório não for julgado em segunda instância, todos os jogadores estão livres para atuar, e poderão reforçar a equipe na semifinal de domingo, também contra o Flamengo.
No entanto, enquanto o recurso obrigatório não for julgado em segunda instância, todos os jogadores estão livres para atuar, e poderão reforçar a equipe na semifinal de domingo, também contra o Flamengo.
O Vasco dará
entrada nesta quinta-feira em um pedido de efeito suspensivo, o que
garantirá a presença dos quatro punidos na partida que decide um dos
finalistas da Taça Rio. Caso se classifique, o time de São Januário
dependerá do resultado do segundo julgamento, que ainda não tem data
marcada, para saber se poderá com os quatro punidos na decisão do
segundo turno e numa eventual final do Carioca.
Como receberam
suspensões por jogos, e não por tempo, os jogadores só precisarão
cumprir a punição em partidas do Campeonato Carioca, e não serão
problema para o início do Campeonato Brasileiro. A confusão não
rendeu punições apenas aos jogadores.
O Vasco perdeu quatro mandos de campo e recebeu uma multa de R$ 92.400, já incluídas as multas aplicadas aos jogadores e ao clube, pelo comportamento da torcida, que atirou cadeiras da arquibancada do Engenhão para o gramado. O presidente vascaíno, Roberto Dinamite, foi advertido pelas declarações ofensivas ao árbitro, e o diretor-executivo, Daniel Freitas, foi suspenso por 30 dias.
O Vasco perdeu quatro mandos de campo e recebeu uma multa de R$ 92.400, já incluídas as multas aplicadas aos jogadores e ao clube, pelo comportamento da torcida, que atirou cadeiras da arquibancada do Engenhão para o gramado. O presidente vascaíno, Roberto Dinamite, foi advertido pelas declarações ofensivas ao árbitro, e o diretor-executivo, Daniel Freitas, foi suspenso por 30 dias.
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