O oposto Leandro Vissotto, da seleção brasileira, teve uma arritmia
cardíaca diagnosticada em abril e precisou se submeter a um cateterismo
no Rio para poder disputar os Jogos de Londres.
A operação não foi divulgada, segundo o jogador, para "evitar muito burburinho" durante sua recuperação.
Ele garante que já está treinando normalmente em Saquarema, no litoral fluminense, no CT da Confederação Brasileira de Vôlei.
Para justificar a ausência do oposto no grupo que viajou ao Canadá para
participar da primeira rodada da Liga Mundial, no final de semana
passado, a CBV apenas informou que ele estava lesionado, assim como os
ponteiros Giba e Murilo. Giba se recupera de uma fratura na tíbia. Murilo sofre com dores no ombro direito. O cateterismo foi feito pelo cardiologista Jacob Atie, no Rio, no dia em que Vissotto fez 29 anos, em 30 de abril.
Uma semana antes, ele se submetera a exames cardiológicos e fisiológicos
no Rio a pedido de médicos de seu clube na Itália à época, o Cuneo. Os
resultados apontaram uma arritmia. Durante a semifinal do Campeonato Italiano, Vissotto teve de abandonar um jogo contra o Macerata, com tontura forte e enjoo. No dia seguinte, deu entrevistas suspeitando que o mal-estar tivesse
origem em um problema no dente do siso e uma irritação no esôfago. E
anunciou que passaria por bateria de exames no Brasil.
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