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sábado, 19 de maio de 2012

Tão amados, tão odiados: Timão e Fla mexem com paixão dos atletas


amor
e ódio (Infoesporte)

Eles são os clubes que mais abalam a paz de espírito de torcedores Brasil afora. Para o bem e para o mal. E quando se fala em torcedor, se fala inclusive daquele sujeito que hoje é torcedor e amanhã, bom das pernas, vira jogador. Flamengo e Corinthians, os clubes mais populares do Brasil, também são aqueles para os quais a maioria dos atletas torcia quando criança. É o que revela pesquisa realizada pelo GLOBOESPORTE.COM e pela revista “Monet” com mais de 300 atletas que disputarão o Brasileirão das séries A e B.

É um caso de amor. E de ódio. Acontece que a mesma pesquisa revela antipatia de parte dos atletas por Flamengo e Corinthians. Eles lideram a lista de times para os quais os jogadores não suportam perder. E só são superados pelo Íbis, ainda hoje ironizado pelo título de pior time do mundo, quando questionados sobre a equipe onde jamais jogariam.

Na prática, a paixão de infância dos jogadores comprova as pesquisas que indicam Flamengo e Corinthians como maiores torcidas do Brasil. Em janeiro, a Pluri Pesquisas Esportivas apontou que 15% dos brasileiros torcem pelo Flamengo e 13 % pelo corinthians. São números parecidos com o da pesquisa entre os atletas: 15,6% e 14,4%, respectivamente. O que surpreende, entre os jogadores, é o aumento no percentual de são-paulinos.

Para a Pluri, 8% dos brasileiros torcem pelo clube do Morumbi. Entre os jogadores do Brasileirão, o percentual de simpatia ao São Paulo é bem maior: 14,1%. Ou seja: a fatia de jogadores que torcem pelo Tricolor é maior, proporcionalmente, do que a fatia de brasileiros. Já com o Palmeiras, quarto colocado, a diferença é pequena. O Verdão tinha a torcida de 6,9% dos jogadores. A pesquisa da Pluri indica simpatia de 6% da população pelo clube.

Entre os atletas, o quinto mais citado é o Santos, que aparece apenas em nono no levantamento da Pluri – no qual o quinto posto é do Vasco, com 8,8%. Mas a predominância dos paulistas entre os cinco primeiros se justifica. A maioria disparada dos jogadores entrevistados (43,7%) nasceu em São Paulo. Apenas 15,5% vieram à luz no Rio de Janeiro.

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