O novo gramado do Maracanã vem causando divergências entre os
responsáveis pelas obras no estádio e a Fifa. Entre as exigências da
entidade para as 12 arenas da Copa do Mundo de 2014 está a instalação do
sistema de drenagem a vácuo. Nesta segunda-feira, durante visita do
ministro Aldo Rebelo ao palco da final do próximo Mundial, o presidente
da Empresa de Obras Públicas do Rio de Janeiro (Emop), Ícaro Moreno,
revelou a impossibilidade de o equipamento ser usado no Macacanã.
A principal dificuldade é a falta de espaço. O equipamento de drenagem a
vácuo precisa ser instalado a 1,5 metro embaixo do gramado. O problema
que é um lençol freático passa 90 cm abaixo do gramado do Maracanã, o
que inviabiliza do sistema a vácuo. Há seis meses técnicos tentam
convencer a Fifa de que o sistema é inviável. Duplicamos a nossa capacidade de drenagem e estamos mostrando à Fifa
que não precisamos da drenagem a vácuo, pois há um anel para retenção de
água, uma espécie de grande caixa d'água - disse Ícaro.

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