Depois de o vice-presidente jurídico do Flamengo, Rafael de Piro,
revelar a existência de um exame que teria encontrado álcool no sangue
de Ronaldinho Gaúcho, os departamentos jurídico e médico do clube entraram em forte atrito.
Primeiro porque a “prova”, que o Rubro-Negro pretende usar na batalha
judicial que trava com o jogador, desapareceu. Além disso, a entrevista
de De Piro, na semana passada, foi considerada precipitada. Há quem diga
que o exame não existe.
Os médicos rubro-negros não comentam o assunto. No auge da polêmica, o chefe do departamento médico, José Luiz Runco, estava com a Seleção Brasileira. De volta ao Brasil, ele é o único com autorização para falar e poderá esclarecer o episódio.
Incrédula, a presidente Patricia Amorim determinou que todos os esforços fossem feitos para encontrar o exame. No entanto, o GLOBOESPORTE.COM apurou que o departamento médico ainda não foi procurado pelo corpo jurídico.
Os médicos rubro-negros não comentam o assunto. No auge da polêmica, o chefe do departamento médico, José Luiz Runco, estava com a Seleção Brasileira. De volta ao Brasil, ele é o único com autorização para falar e poderá esclarecer o episódio.
Incrédula, a presidente Patricia Amorim determinou que todos os esforços fossem feitos para encontrar o exame. No entanto, o GLOBOESPORTE.COM apurou que o departamento médico ainda não foi procurado pelo corpo jurídico.
O episódio traz outro dado que pode complicar a estratégia jurídica
rubro-negra. A coleta de sangue não foi feita num dia de treino.
Ronaldinho estava com dados desatualizados e foi convocado para o exame
num dia em que estaria liberado de atividades. Foi realizado um
hemograma completo. Nele, alguns índices (alterações na taxa de enzimas
hepáticas) sugeriram o consumo recente de bebidas alcóolicas. Mas, como
não havia treino previsto, há o temor de que R10 possa usar isso como
defesa.

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