O Ministério Público do Espírito Santo (MP-ES) recorreu da decisão do
juiz de Colatina, na região Centro-Oeste do Espírito Santo, que
autorizava o casamento civil entre duas mulheres no município. O matrimônio havia sido aprovado no dia de agosto pelo juiz menandro Taufner, da vara da Fazend Pública, e aconteceria nesta quinta-feira (16), mas precisou ser suspenso.
Às vésperas do casamento, a notícia surpreendeu as noivas Kamila Roccon, de 20 anos, e Ediana Calixto, de 23. "Foi muito tenso, me deu até vontade de chorar quando o tabelião falou", contou Kamila. "A mulher do salão deu tudo para a gente de presente. Agora temos que ir lá para ver se ela vai deixar o presente para a próxima vez", afirmou Ediana.
Com o sonho das estudantes adiado, agora a realização do primeiro casamento civil homoafetivo do Espírito Santo depende da decisão do desembargador Fábio Cleim, do Tribunal de Justiça do Estado (TJ-ES). "Tomara que seja rápido. A gente quer muito casar", disse Kamila.
Às vésperas do casamento, a notícia surpreendeu as noivas Kamila Roccon, de 20 anos, e Ediana Calixto, de 23. "Foi muito tenso, me deu até vontade de chorar quando o tabelião falou", contou Kamila. "A mulher do salão deu tudo para a gente de presente. Agora temos que ir lá para ver se ela vai deixar o presente para a próxima vez", afirmou Ediana.
Com o sonho das estudantes adiado, agora a realização do primeiro casamento civil homoafetivo do Espírito Santo depende da decisão do desembargador Fábio Cleim, do Tribunal de Justiça do Estado (TJ-ES). "Tomara que seja rápido. A gente quer muito casar", disse Kamila.

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