Dia
19 próximo acontece a audiência de instrução de quatro dos envolvidos
na trágica morte do radialista caicoense F Gomes. Ele foi morto de
maneira covarde dia 18 de outubro de 2010 em frente a sua residência.
Depois de muitas reviravoltas no caso, finalmente, parece ter se chegado
a verdade de fato. Que um grupo de pessoas, cada uma algum tipo de
rixa com o radialista,se uniram formando um consórcio criminoso que
planejou e executou F Gomes.
Pois
bem, restabelecida a verdade, a justiça e os advogados dos acusados se
preparam para os próximos passos do processo. Dia 19 foi marcada a
audiência de instrução. Na audiência , maracda para começar às 9h, o
juiz Luiz Cândido vai decidir se os réus irão ou não a júri popular.
Os denunciados são: o advogado Rivaldo Dantas de Farias, o pastor evangélico Gilson Neudo Soares do Amaral, preso em Caicó; o tenente-coronel da PM Antônio Marcos de Jesus Moreira, também custodiado no QG da corporação; e o também policial militar Evandro Medeiros, soldado que segue encarcerado no 6º BPM. Entretanto, ainda segundo Villaça, caso os quatro envolvidos sejam levados ao banco dos réus, é provável que ocorram dois julgamentos. Um seria realizado ainda este ano. E, a depender do que vier a acontecer na audiência, o segundo júri seria marcado somente em 2013.
Os denunciados são: o advogado Rivaldo Dantas de Farias, o pastor evangélico Gilson Neudo Soares do Amaral, preso em Caicó; o tenente-coronel da PM Antônio Marcos de Jesus Moreira, também custodiado no QG da corporação; e o também policial militar Evandro Medeiros, soldado que segue encarcerado no 6º BPM. Entretanto, ainda segundo Villaça, caso os quatro envolvidos sejam levados ao banco dos réus, é provável que ocorram dois julgamentos. Um seria realizado ainda este ano. E, a depender do que vier a acontecer na audiência, o segundo júri seria marcado somente em 2013.
Um
fato curioso foi a transferência de Laílson Lopes, comumente conhecido
como Gordo da Rodoviária, do presídio de Caraúbas, onde estava
custodiado desde que foi preso, para o CDP de Patu. Nem o juiz do caso
nem o promotor ficaram sabendo da remoção.
Segundo o próprio promotor Geraldo Rufino, não existe nenhum ato ilegal na transferência do preso para Patu e que a decisão deve ter sido tomada pelo Ministério Público local. Pode até ser, mas que é estranho é, haja vista, que o CDP de Patu nem de longe oferece as condições de segurança que o presídio de Caraúbas dispõe.
Segundo o próprio promotor Geraldo Rufino, não existe nenhum ato ilegal na transferência do preso para Patu e que a decisão deve ter sido tomada pelo Ministério Público local. Pode até ser, mas que é estranho é, haja vista, que o CDP de Patu nem de longe oferece as condições de segurança que o presídio de Caraúbas dispõe.
Além do mais, pela repercussão
internacional da morte do radialista, normal seria que, qualquer medida
tomada que referisse ao caso em questão, fosse imediatamente comunicada
ao promotor e ao juiz responsável pelo processo.


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