
A auxiliar de produção Daiane Madeira da Silva, de 27 anos, descobriu
no último final de semana que era considerada morta há quatro anos pelos
registros do Rio Grande do Sul, como mostra reportagem do RBS Notícias. O erro, corrigido nesta quinta-feira (11), não a
impediu de realizar vestibular, comprar um carro, abrir conta em banco e
votar nas últimas eleições em Pelotas, no sul do Rio Grande do Sul.
A descoberta foi feita quando Daiane teve a bolsa roubada e, dentro
dela, a carteira de identidade. Ao chegar à delegacia, descobriu que não
poderia registrar ocorrência porque, de acordo com os registros, havia
morrido em março de 2008 em Novo Hamburgo,
na região do Vale do Sinos. Assim, não poderia obter novos documentos.
“Cheguei como vitima e saí como suspeita porque aparecia como morta
desde 2008”, lamentou Daiane.
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