O contraventor Carlinhos Cachoeira foi condenado nesta sexta-feira (7) a
39 anos de prisão pelos crimes de peculato, corrupção, violação de
sigilo e formação de quadrilha. As acusações são relativas à Operação
Monte Carlo, da Polícia Federal. Cachoeira voltou a ser preso logo após a
publicação da sentença, do juiz Alderico Rocha, da 11ª Vara Federal,
nesta tarde, em Goiânia. A defesa pode recorrer da decisão.
O mandado de prisão foi expedido pelo magistrado e cumprido pela Polícia Federal. Ao G1, Alderico informou que reavaliou a necessidade da prisão preventiva do contraventor.
Até então, Cachoeira permanecia em liberdade desde determinação da
Terceira Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) no
começo deste mês.
Cachoeira estava em casa quando foi preso, por volta das 13h. Ele foi
levado para a Polícia Federal, em Goiânia. O advogado dele, Nabor
Bulhões, informou ao G1 nesta tarde que está em Brasília e que vai apurar o motivo da prisão antes de se pronunciar.

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