| Região Seridó concentra quase 90 por cento das queijarias que operam no RN e empregam 2.500 pessoas |
De acordo com matéria publicada na Tribuna do Norte,a queda na produção
de leite está provocando um efeito cascata no Rio Grande do Norte.
Várias queijarias já reduziram a produção por falta de matéria-prima. Em
alguns casos, a queda chega a quase 80%, comprometendo o faturamento
das empresas e ameaçando as finanças. Com a redução da oferta, o preço
do leite in natura também subiu em torno de 40%, passando de R$ 0,85
para R$ 1,20. Em alguns casos, é preciso pagar R$ 1,40 por um litro de
leite in natura na porteira. Em decorrência disso, os queijos já estão
custando 30% a mais nas prateleiras.
Para evitar demissões de trabalhadores, algumas queijarias estão concedendo férias a parte dos funcionários ou reduzido o horário de expediente. Esta foi a alternativa encontrada por Alane Kaline Fernandes de Araújo, uma das diretoras da Queijaria Dona Gertrudes, há 30 anos no mercado, para não demitir os funcionários, em Caicó. Em poucos meses, ela viu a produção cair 56,6%, passando de 300 quilos para 130 quilos por dia.
Segundo estimativa da Agência de Desenvolvimento Sustentável do Seridó (Adese), o RN possui aproximadamente 400 queijarias, boa parte delas no Seridó. Juntas, elas geram em média 2,5 mil empregos diretos. Para Acácio Brito, gestor do projeto de Leite e Derivados do Sebrae no estado, o problema é generalizado.Parnamirim e Bom Jesus também enfrentam problemas com a redução da capacidade de produção de suas queijeiras.
Para evitar demissões de trabalhadores, algumas queijarias estão concedendo férias a parte dos funcionários ou reduzido o horário de expediente. Esta foi a alternativa encontrada por Alane Kaline Fernandes de Araújo, uma das diretoras da Queijaria Dona Gertrudes, há 30 anos no mercado, para não demitir os funcionários, em Caicó. Em poucos meses, ela viu a produção cair 56,6%, passando de 300 quilos para 130 quilos por dia.
Segundo estimativa da Agência de Desenvolvimento Sustentável do Seridó (Adese), o RN possui aproximadamente 400 queijarias, boa parte delas no Seridó. Juntas, elas geram em média 2,5 mil empregos diretos. Para Acácio Brito, gestor do projeto de Leite e Derivados do Sebrae no estado, o problema é generalizado.Parnamirim e Bom Jesus também enfrentam problemas com a redução da capacidade de produção de suas queijeiras.
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