Marcondes Diógenes não será mais diretor-geral do Hospital Monsenhor
Walfredo Gurgel (HWG). O Governo do Estado desistiu de contratar o
advogado, pois não encontrou nenhum mecanismo administrativo que
justificasse o pagamento do salário de R$ 15 mil solicitado por
Marcondes. A incerteza quanto ao que poderia acontecer com a direção dos
demais hospitais estaduais também serviu de justificativa para que o
Governo declinasse do convite feito ao advogado. A atual diretora, Maria
de Fátima Pinheiro, continua no cargo por tempo indeterminado.
O convite ao advogado que foi interventor da associação Associação Marca
em algumas unidades de saúde do Município de Natal foi feito logo após a
médica Maria de Fátima pedir exoneração do cargo. A governadora Rosalba
Ciarlini chegou a divulgar o nome do advogado como o novo diretor-geral
do Walfredo em uma coletiva de imprensa realizada no dia 24 de janeiro.
Porém, o contrato com Marcondes esbarrou na pendência administrativa e
jurídica com relação ao salário solicitado pelo profissional.
Ontem, o titular da secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), Isaú Gerino, confirmou que a negociação com Marcondes foi encerrada. "Não tínhamos como assinar o contrato com esse valor de salário", informou. A quantia solicitada pelo advogado chega a ser maior que o salário da governadora. Além disso, segundo o secretário, caso o contrato fosse assinado, abriria precedente para que outros diretores solicitassem o mesmo salário. "Isso poderia acontecer e seria um problema".
Ontem, o titular da secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), Isaú Gerino, confirmou que a negociação com Marcondes foi encerrada. "Não tínhamos como assinar o contrato com esse valor de salário", informou. A quantia solicitada pelo advogado chega a ser maior que o salário da governadora. Além disso, segundo o secretário, caso o contrato fosse assinado, abriria precedente para que outros diretores solicitassem o mesmo salário. "Isso poderia acontecer e seria um problema".
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