O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, afirmou ontem que a
análise do mensalão pela Câmara dos Deputados, depois de o Supremo
Tribunal Federal (STF) encerrar o processo, será rápida. Ele não estimou
um período para a Casa cumprir as "formalidades legais", mas afirmou
não ver dificuldades que possam atrasar o processo. "Seria rápido;
formalidades legais não podem implicar em muito tempo, não acredito",
declarou.
Henrique Alves comentou o assunto depois de se reunir com o presidente
do STF, Joaquim Barbosa. Questionado por jornalistas, o presidente da
Câmara reiterou que o fato de a Câmara "finalizar" o processo contra
parlamentares envolvidos com o esquema do mensalão não significa que
haja algum conflito entre os Poderes.
"A Câmara vai cumprir o seu dever sem conflitos, sem confronto, e num processo rápido, porque isso interessa ao povo brasileiro, ao Judiciário e ao Legislativo. Será uma atitude que vai surpreender aqueles que pensam diferente", destacou.
O deputado acrescentou que não existe possibilidade da Casa "confrontar o mérito" da decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) que determinou a perda do mandato dos quatro deputados condenados no julgamento do mensalão.
"Não há hipótese de não cumprir a decisão do Supremo", disse o peemedebista. "Nós só vamos fazer aquilo que o nosso regimento determina que façamos: finalizar o processo. Coisas de formalidade legal e ponto. Não há nenhuma possibilidade de confrontarmos com o mérito, questionar a decisão do Supremo", completou.
"A Câmara vai cumprir o seu dever sem conflitos, sem confronto, e num processo rápido, porque isso interessa ao povo brasileiro, ao Judiciário e ao Legislativo. Será uma atitude que vai surpreender aqueles que pensam diferente", destacou.
O deputado acrescentou que não existe possibilidade da Casa "confrontar o mérito" da decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) que determinou a perda do mandato dos quatro deputados condenados no julgamento do mensalão.
"Não há hipótese de não cumprir a decisão do Supremo", disse o peemedebista. "Nós só vamos fazer aquilo que o nosso regimento determina que façamos: finalizar o processo. Coisas de formalidade legal e ponto. Não há nenhuma possibilidade de confrontarmos com o mérito, questionar a decisão do Supremo", completou.
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