Josenilde Lopes de Mendonça, de 36 anos, suspeita de espancar até a
morte o filho de oito meses em Natal, continua desaparecida, segundo
informações da polícia. Os vizinhos do prédio onde ela mora, e onde o
corpo do bebê foi encontrado, inclusive, temem que ela volte ao
condomínio. O residencial fica no bairro de Nova Descoberta, na zona Sul
da cidade. "Muitas pessoas têm filhos pequenos, que brincam no pátio. A
gente teme que ela volte aqui e seja capaz de fazer mal a qualquer um
de nós", desabafou uma moradora que não quis se identificar.
Os porteiros do condomínio, porém, receberam ordens para deixar a
mulher entrar. E, caso Josenilde apareça, a polícia deve ser chamada
imediatamente. O corpo do bebê foi encontrado no sábado (9) dentro do apartamento, que
estava trancado. Os tios de Josenilde arrombaram a porta e encontraram a
criança sem vida, com manchas roxas e marcas de espancamento na cabeça.
Segundo o pai da criança que atualmente mora na cidade de Limeira, no estado de São Paulo, ela é usuária de crack desde a adolescência. "A droga e a negligência acabaram com a vida do meu filho", disse Ramon Ramalho em contato com o G1. "Sempre soube do vício. Até pensei que o fato de ficar grávida e de ter um filho faria com que ela deixasse as drogas, mas infelizmente isso não aconteceu", acrescentou.
Outra moradora do condomínio disse que Josenilde mora há muitos anos no prédio e que ela alterou o comportamento desde que se envolveu com drogas. Contudo, sempre declarou que amava o filho e sempre apareceu em público fazendo carinho na criança. "Ela era amável com o filho e sempre descia para dar banho de sol no bebê. Ela tinha atitudes de uma pessoa desequilibrada por causa das drogas, mas nunca demostrou agressividade com o filho", contou a moradora.
Os vizinhos também disseram que era comum ouvir brigas vindas do apartamento de Josenilde, na época em que ela ainda era casada com o Ramon Ramalho. "Eles brigavam muito. A gente já esperava que um dia algo acabasse mal entre eles. Só não esperávamos que a tragédia fosse com o anjinho", lamentou outra moradora.
Segundo o pai da criança que atualmente mora na cidade de Limeira, no estado de São Paulo, ela é usuária de crack desde a adolescência. "A droga e a negligência acabaram com a vida do meu filho", disse Ramon Ramalho em contato com o G1. "Sempre soube do vício. Até pensei que o fato de ficar grávida e de ter um filho faria com que ela deixasse as drogas, mas infelizmente isso não aconteceu", acrescentou.
Outra moradora do condomínio disse que Josenilde mora há muitos anos no prédio e que ela alterou o comportamento desde que se envolveu com drogas. Contudo, sempre declarou que amava o filho e sempre apareceu em público fazendo carinho na criança. "Ela era amável com o filho e sempre descia para dar banho de sol no bebê. Ela tinha atitudes de uma pessoa desequilibrada por causa das drogas, mas nunca demostrou agressividade com o filho", contou a moradora.
Os vizinhos também disseram que era comum ouvir brigas vindas do apartamento de Josenilde, na época em que ela ainda era casada com o Ramon Ramalho. "Eles brigavam muito. A gente já esperava que um dia algo acabasse mal entre eles. Só não esperávamos que a tragédia fosse com o anjinho", lamentou outra moradora.
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