Isso porque, Daniel nunca registrou a carteira de trabalho dos músicos
de sua equipe e se nega a reconhecer o vínculo de emprego. Milton e
Martinelli afirmam ainda que após a morte do cantor João Paulo em 1997
foram coagidos a abrir empresa de fachada para emitir notas
fiscais mensais exclusivas para as empresas do cantor Daniel, com a
finalidade de tentar mascarar a relação de emprego.
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| MIlton Dantas, acariense, ex-baixista de Daniel |
Os músicos que acompanharam o cantor Daniel durante quase duas décadas foram surpreendidos com a demissão em uma segunda-feira de ensaio na cidade de Brotas, sem aviso prévio, de forma constrangedora, humilhante e vexatória, sem qualquer tipo de consideração pelos anos de serviço prestado, pois quando chegaram para ensaiar já haviam outros músicos em seus lugares.
Os músicos processam o cantor e outras seis empresas diretamente ligadas
ao nome do artista. Pleiteiam judicialmente o reconhecimento do vínculo
de emprego, todos os direitos trabalhistas estabelecidos por lei, além
de indenização por danos morais.
A ação do guitarrista Martinelli tramita na 42ª. Vara do Trabalho de São
Paulo, tendo a primeira audiência realizada em 14/11/2012, porém nada
foi resolvido porque não houve acordo. Já a ação de Milton Dantas
tramita na 83ª. Vara do Trabalho de São Paulo e tem audiência marcada
para 11 de abril de 2013. Os dois processos estão sobre a
responsabilidade do Advogado Dr. Eduardo Arturo Vantini Hernandez, do
escritório VANTINI Advocacia Trabalhista.


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