noite de quarta-feira foi muito aguardada pela torcida do Ji-Paraná. Afinal, seria a nona vez que o time jogaria pela Copa do Brasil e a
primeira em casa, no Biancão. No entanto, nem tudo saiu como planejado. O
time estreou na competição com derrota para o América-RN (1 a 0), mas pelo menos garantiu a realização do jogo de volta em Goianinha (RN).
No meio de tanta gente que lotou o Biancão, um 'torcedor' era especial.
O mascote do time é presença garantida nos jogos e tem até lugar de
honra no estádio. O galo-mascote Tissoka, que ficou conhecido no país
pelo quadro Brasil Afora arrancou aplausos quando chegou no colo do dono
Marambaia, depois de anunciado pelo locutor do estádio. (conheça a história do Tissoka ) Galera... o Tissoka chegou! - bradou com voz forte o locutor.
E foi aquela festa. Mas ninguém imaginava que esse galo, na verdade,
era um 'reserva'. O bicho estava tímido e com o olhar assustado. Nem de
longe lembrava aquele Tissoka que até cantava quando o time fazia gol.
Mas tinha uma explicação. O mascote verdadeiro morreu há uma semana e
Marambaia foi surpreendido com a notícia no dia do jogo.
Eu fui na chácara da minha irmã onde ele (Tissoka) estava e para minha surpresa o meu sobrinho disse: "Tio, o Tissoka já era!". Ele me disse que uma sucuri comeu o galo e um pato que eu comprei. O jeito foi improvisar com um reserva.
Eu fui na chácara da minha irmã onde ele (Tissoka) estava e para minha surpresa o meu sobrinho disse: "Tio, o Tissoka já era!". Ele me disse que uma sucuri comeu o galo e um pato que eu comprei. O jeito foi improvisar com um reserva.
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