O delegado Roberto Andrade, da Delegacia Especializada de Homicídios, diz ter o apelido do suspeito de ser o autor do assassinato do advogado criminalista Antônio Carlos de Souza Oliveira, executado no dia 9 do mês passado em um bar da zona Oeste de Natal. A alcunha do assassino foi revelado pelo casal Expedito de Souza e Francine Andrade de Souza, detidos na última quarta-feira (29).
Roberto Andrade, no entanto, revela que somente o apelido do assassino, que foi preservado para não atrapalhar as investigações, não tem ajudado muito a encontrar o autor do crime. “Está muito difícil de encontra-lo somente com o apelido. Precisamos apurar melhor”.
Segundo o delegado, o casal revelou que a participação deles no crime teria sido somente dirigir a Fiat Doblô usada pelo assassino para escapar do bar onde executou a tiros o advogado. “Por enquanto, só podemos comprovar essa participação”. O delegado diz que, por enquanto, não há suspeitos a serem detidos atualmente. A principal suspeita para a motivação do crime, segundo ele, permanece a de possível insatisfação de um cliente por Antônio Carlos ter perdido uma causa na Justiça.
Roberto Andrade afirma ainda não ter recebido do Instituto Técnico-Científico de Polícia (Itep) o laudo pericial de local de crime e o cadavérico. “Estive nesta manhã (3) no Itep, mas o documento ainda não está pronto”. O portalnoar.com, no entanto, já revelou que a perícia no bar onde Antônio Calros foi executado encontrou projéteis de munição especial, com poder de fogo ainda mais fatal.
Roberto Andrade, no entanto, revela que somente o apelido do assassino, que foi preservado para não atrapalhar as investigações, não tem ajudado muito a encontrar o autor do crime. “Está muito difícil de encontra-lo somente com o apelido. Precisamos apurar melhor”.
Segundo o delegado, o casal revelou que a participação deles no crime teria sido somente dirigir a Fiat Doblô usada pelo assassino para escapar do bar onde executou a tiros o advogado. “Por enquanto, só podemos comprovar essa participação”. O delegado diz que, por enquanto, não há suspeitos a serem detidos atualmente. A principal suspeita para a motivação do crime, segundo ele, permanece a de possível insatisfação de um cliente por Antônio Carlos ter perdido uma causa na Justiça.
Roberto Andrade afirma ainda não ter recebido do Instituto Técnico-Científico de Polícia (Itep) o laudo pericial de local de crime e o cadavérico. “Estive nesta manhã (3) no Itep, mas o documento ainda não está pronto”. O portalnoar.com, no entanto, já revelou que a perícia no bar onde Antônio Calros foi executado encontrou projéteis de munição especial, com poder de fogo ainda mais fatal.
Fonte: Portal no Ar

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