As polícias Civil e Federal investigam o envolvimento de dois suspeitos
presos no Ceará na morte do agente penitenciário federal Lucas Barbosa
Costa, de 22 anos, que teve o corpo encontrado dentro de um carro
incendiado no dia 18 de dezembro do ano passado na cidade de Mossoró,
região Oeste potiguar. Os homens presos no município cearense de Itarema
há cerca de dez dias eram procurados pela polícia do Rio Grande do
Norte por diversos crimes.
O delegado regional de Mossoró, Benes Carvalho, informou que ambos são fugitivos da Cadeia Pública de Mossoró e integravam uma quadrilha responsável por assaltos a caixas-forte, casas, tráfico de drogas e homicídios. Outro integrante da quadrilha foi preso antes deles, no dia 17 de maio, no Vale do Assu. "Os dois fugiram para o Ceará e passamos a informação para a Polícia Civil cearense", explica.
O delegado regional de Mossoró, Benes Carvalho, informou que ambos são fugitivos da Cadeia Pública de Mossoró e integravam uma quadrilha responsável por assaltos a caixas-forte, casas, tráfico de drogas e homicídios. Outro integrante da quadrilha foi preso antes deles, no dia 17 de maio, no Vale do Assu. "Os dois fugiram para o Ceará e passamos a informação para a Polícia Civil cearense", explica.
De acordo com Benes Carvalho a quadrilha é mesma que trocou tiros com
agentes da Divisão Especial de Investigação e de Combate ao Crime
Organizado (Deicor) no município de Lajes. Um carro foi queimado e
bananas de dinamite foram apreendidas após o confronto. Na ocasião, a
polícia suspeitava que os suspeitos iriam explodir a agência bancária da
cidade. Nas prisões dos três suspeitos foram apreendidas pistolas .40 e
.45, ambas de uso restrito às Forças Armadas.
Como o inquérito que investiga a morte do agente penitenciário corre em segredo de Justiça, os detalhes da investigação não podem ser repassadas.
Juntos, os dois suspeitos respondem 16 processos no Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN) por homicídios, roubos, posse de arma, tráfico e porte de drogas nos municípios de Assu e Mossoró, na região Oeste, e na cidade de Lajes, região Central potiguar. "A quadrilha é grande, mas está praticamente desarticulada", garante o delegado.
Como o inquérito que investiga a morte do agente penitenciário corre em segredo de Justiça, os detalhes da investigação não podem ser repassadas.
Juntos, os dois suspeitos respondem 16 processos no Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN) por homicídios, roubos, posse de arma, tráfico e porte de drogas nos municípios de Assu e Mossoró, na região Oeste, e na cidade de Lajes, região Central potiguar. "A quadrilha é grande, mas está praticamente desarticulada", garante o delegado.


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