O caicoense,
Inácio Teodoro, que mora no Canadá, nos enviou e-mail dando conta de um
fato grave ocorrido com sua irmã, Euzélia Maria da Silva, que morreu no
início deste mês em Manaus, cidade da região Norte do Brasil. Ele afirma
que sua irmã, foi assassinada, e ao que parece pelo próprio
companheiro.
Inácio faz um relato minucioso do que conseguiu apurar até agora do fato.
Confira:
Euzelia Maria da Silva, a caicoense
morta em Manaus e que foi sepultada em Caico no passado dia 17 de maio –
não faleceu em consequência de um acidente, mas foi vítima de crime.
Euzelia faleceu apos sofrer um ataque brutal, covarde e inesperado do
seu ex-marido, o Sr. Juarez Evaristo da Silva no dia 11 de maio, véspera
do dia das mães.
O ataque de Juarez contra Euzelia provocou um trauma fatal o qual lhe causou hemorragia craniana e morte cerebral.
Euzelia foi casada com Juarez
durante dez anos e estava divorciada dele ha 10 anos. Do casamento
nasceram dois filhos os quais tem agora 19 e 21 anos de idade.
Euzelia residiu em Natal durante 25
anos e, recentemente foi para Manaus, a convite de Juarez, com o
proposito de ajudar aos filhos aos quais o Sr. Juarez convidara para
Manaus mas que não estava dando assistência adequada. A presença de
Euzelia em Manaus causou ciumes na namorada de Juarez – a Srta. Claudia
Lira de Oliveira – a qual iniciou um argumento verbal com um dos filhos
de Euzelia e telefonou para Juarez pedindo ajuda. Ao chegar, Juarez
atacou fisicamente ao seu filho e, quando Euzelia interferiu tentando
apaziguar os ânimos, foi atacada e assassinada pelo ex-companheiro.
Apos o crime, o Sr. Juarez buscou a
ajuda de amigos, com os quais aparentemente tem um relacionamento social
e comercial e, um deles, de nome Sr. Emerson, organizou uma reunião na
qual instruiu aos demais o que deveriam falar para que o crime fosse
visto como acidente.
Um desses amigos de Juarez, o Sr.
Homero Augusto Rios Queiroz, acompanhou o corpo de Euzelia ate Caico e,
com a sua presença procurou limitar os contatos dos filhos de Euzelia
com a família dela. O Sr. Homero agiu de maneira desrespeitosa para com a
família, usou uma camisa durante o funeral que pode ser interpretada
como declarando a sua missão de “espião de Juarez”, gravava tudo que
podia e comunicava-se constantemente através do seu telefone celular.
Ao tomar conhecimento dos fatos que
por si só eram bastante suspeitos, o Sr. Inácio Teodoro da Silva – irmão
de Euzelia – contatou amigos em Manaus e Natal, contratou o fotografo
caicoense Saci – para documentar fatos do funeral e, começou a organizar
um método para colher dados importantes com o objetivo de informar as
autoridades.
Inácio esta de posse de documentos suficientes para armar uma arapuca para cada membro da quadrilha.
Inácio pretende iniciar contatando
as empresas para as quais os membros da quadrilha trabalham, com o
proposito de solicitar que iniciem uma investigação interna para
identificar as atividades de cada um deles dentro dessas empresas.
O Sr. Juarez Evaristo da Silva
trabalha na manutenção mecânica dos aviões da Azul Linhas Aéreas e tem
acesso livre aos aviões, desde o momento de pouso.
O Sr. Homero Augusto Rios Queiroz e’
piloto e instrutor da Tripp Linhas Aéreas, tendo sido contratado por
essa empresa em 15/03/2005. O Sr. Emerson também trabalha para a Tripp.
A Srta. Claudia Lira de Oliveira trabalha no guichê da TAM.
O Sr. Inácio solicita que essas
empresas iniciem uma investigação interna sobre as atividades desses
indivíduos e dos seus amigos. Ha uma forte possibilidade de que o que
une esses indivíduos e os motiva a trabalharem juntos para ocultarem um
assassinato – são atos de ilegalidade que praticam dentro das empresas
onde trabalham.
O Sr. Inácio espera que essas
empresas levem essa denuncia a serio. Se a TAM, TRIPP e AZUL não agirem,
o Sr. Inácio contatara os acionistas brasileiros e estrangeiros e o
publico em geral e transmitira a todos eles as informações que já
conseguiu descobrir.
No ínterim, o Sr. Inácio e os demais
familiares da falecida Euzelia, aguardam confiadamente que os agentes
da lei farão o trabalho para os quais são capacitados e que os culpados
vão enfrentar o rigor da Justiça.
Por Sidney Silva

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