O anúncio do ministro da Agricultura, Antônio Andrade, de que o Rio Grande do Norte será um dos estados considerados livres da febre aftosa pôs fim a uma
longa espera dos criadores do estado. Durante evento neste domingo (18)
para assinatura da instrução normativa reconhecendo o norte do Pará como zona livre de aftosa, Andrade anunciou que outras sete federações
receberão o reconhecimento. A instrução normativa que muda o status do
RN de zona de médio risco para livre da doença deve ser assinada nos
próximos dias, segundo o ministério.
A febre aftosa é uma doença viral, altamente contagiosa, que atinge principalmente, bovinos, bubalinos e suínos. A doença não atinge cavalos nem seres humanos. Os registros de casos da doença geram prejuízos econômicos ao país por dificultarem a exportação de carne e por provocarem perdas na eficiência produtiva.
A febre aftosa é uma doença viral, altamente contagiosa, que atinge principalmente, bovinos, bubalinos e suínos. A doença não atinge cavalos nem seres humanos. Os registros de casos da doença geram prejuízos econômicos ao país por dificultarem a exportação de carne e por provocarem perdas na eficiência produtiva.
Com a certificação, o Rio Grande do Norte fica livre para receber e
enviar animais para lugares do país que também possuem o mesmo status de
segurança sanitária contra a doença. "A decisão modifica o quadro
pessimista da agropecuária, sobretudo a potiguar.
O processo demorou 14
anos, muito em virtude da falta de estrutura do sistema de fiscalização.
Esperamos de 1999 a 2013. Isso causou um prejuízo enorme e impediu a
evolução do setor", avalia o presidente da Associação Norte-Riograndense
de Criadores (Anorc), Marco Aurélio de Sá.
G1
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