As operadoras de telefonia móvel estão proibidas de estabelecer prazo de
validade para créditos pré-pagos, em todo o país, por uma decisão da 5ª
Turma do TRF da 1ª Região, segundo nota publicada nesta quinta-feira
(15).
A decisão foi unânime, mas ainda cabe recurso. Se descumprida, há multa diária de R$ 50 mil. As operadoras Vivo, Oi, Amazônia Celular e TIM têm 30 dias para reativar o serviço de todos os usuários que tiverem sido interrompidos, e devem devolver a exata quantidade de créditos em saldo que o cliente tinha à época da suspensão.
Procurado pelo G1, o Sinditelebrasil, que
representante empresas de telefonia, não se pronunciou sobre o assunto
até a última atualização desta reportagem.
A proibição foi dada em relação a um recurso do Ministério Público
Federal (MPF) contra sentença da 5ª Vara Federal do Pará. O MPF entrou
com uma ação civil pública contra a Anatel e as operadoras Vivo, Oi,
Amazônia Celular e TIM, mas a primeira decisão foi a favor das
operadoras, ao afirmar que "a restrição temporal de validade dos
créditos de celulares pré-pagos não apresenta qualquer irregularidade".
O MPF quer anular as cláusulas dos contratos firmados entre os usuários
do serviço e as operadoras que preveem a perda dos créditos adquiridos
após um certo tempo ou que condicionem a continuidade do serviço à
compra de novos créditos.
G1

.gif)
Nenhum comentário:
Postar um comentário