A estudante da 7ª série da Escola Estadual Belém Câmara, que ameaçou a
professora de Matemática na última sexta-feira, vai ser transferida para
outra escola. A decisão foi discutida em reunião realizada ontem com a
presença da direção da escola, conselheiros tutelares e representantes
da secretaria de Estado da Educação e da Cultura (Seec).
A aluna concorda com a proposta, pois acha que não será mais aceita no ambiente escolar onde estudava. Em entrevista exclusiva à TRIBUNA DO NORTE, a adolescente disse que não sabe por que apontou uma arma para a professora e pediu que ninguém a julgasse.
A aluna concorda com a proposta, pois acha que não será mais aceita no ambiente escolar onde estudava. Em entrevista exclusiva à TRIBUNA DO NORTE, a adolescente disse que não sabe por que apontou uma arma para a professora e pediu que ninguém a julgasse.
Além de discutir o futuro escolar da adolescente, o encontro de ontem
teve como norteador a tentativa de descobrir os motivos que levaram a
adolescente a cometer o ato de violência e, mais que isso, definir
alternativas para evitar novos episódios como aquele registrado na
última sexta-feira.
A possibilidade de implantar uma vistoria nas bolsas
dos alunos foi descartada. “Este foi um episódio pontual. A violência é
uma questão estrutural presente em todos os setores da sociedade. A
escola não é uma ilha”, disse o presidente do Conselho Estadual de
Promoção da Paz nas Escolas, ligado à Seec, João Maria de Moura.
Tribuna do Norte

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