redirecionamento

Publicidade

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Policiais Militares presos em operação da PF no RN serão investigados pela Dehom

Operação foi deflagrada no último dia seis (Foto: Divulgação/SPFRN)

Os policiais envolvidos em suposto grupo de extermínio, citados na Operação Hecatombe, da Polícia Federal, serão investigados pela Delegacia Especializada em Homicídios (Dehon). De acordo com o secretário de Segurança Pública do RN, toda a investigação será encaminhada para os delegados que compõem o efetivo da delegacia. Segundo o secretário, ele vai se reunir com a Polícia Federal para traçar os rumos da investigação. A operação foi deflagrada na madrugada do último dia seis, e teve com objetivo desarticular grupo de extermínio composto por integrantes de forças policiais, que agia, principalmente, na Zona Norte de Natal.

Cerca de 215 policiais federais estão dando cumprimento a 21 mandados de prisão, 9 mandados de condução coercitiva e 32 mandados de busca e apreensão nos municípios de Natal, São Gonçalo do Amarante, Parnamirim e Cerro-Corá. Também participam da operação trinta policiais do Comando de Operações Táticas da Polícia Federal, o COT, especializado em operações de alto risco.

Durante a investigação, foram encontradas provas do envolvimento do grupo de extermínio em vinte e dois homicídios consumados e em outras cinco tentativas de assassinato. Os motivos das execuções eram os mais variados e iam desde crimes encomendados por terceiros, mediante pagamento de quantias em dinheiro, disputas pelo controle de pontos de venda de drogas, meras brigas e discussões até a queima de arquivo com a eliminação das testemunhas dos crimes perpetrados pela quadrilha.

Alguns dos investigados possuem antecedentes por homicídio, sendo que um dos integrantes do grupo já foi preso em posse de diversas armas de fogo, supostamente utilizadas nos assassinatos. Todos responderão por crimes de homicídio qualificado praticado por grupos de extermínio e constituição de grupo de extermínio. As penas máximas dos crimes cometidos pelos principais integrantes do grupo podem chegar a 395 anos de prisão. A Operação contou com o apoio da Coordenação de Inteligência da Secretaria de Estado da Segurança e da Defesa Social do RN. 
Fonte: Portal no Ar 

Nenhum comentário:

Postar um comentário