O Sindicato dos Policiais Civis e Servidores da Segurança Pública do
Rio Grande do Norte (Sinpol/RN) vai recorrer da decisão do desembargador
Cláudio Santos, que impôs limites para a greve iniciada no dia 6 de
agosto. O magistrado determinou, entre outras medidas, que os grevistas
devem manter uma distância de 200 metros do Centro Administrativo do
Estado, das delegacias de plantão, da Delegacia Geral de Polícia Civil
(Degepol) e do Instituto Técnico-Científico de Polícia (Itep).
A definição veio após assembleia realizada na tarde desta terça-feira (24), quando a categoria também decidiu pela continuidade da greve. Sobre a decisão judicial, o presidente do sindicato, Djair Oliveira, conta que o Sinpol não vê problemas em cumprir as determinações. "Vamos recorrer, mas já estamos cumprindo a determinação, mesmo sem receber a notificação. A decisão tem várias informações infundadas. Nunca interferimos na entrada de servidores no Centro Administrativo e nem usamos armas", explica.
A definição veio após assembleia realizada na tarde desta terça-feira (24), quando a categoria também decidiu pela continuidade da greve. Sobre a decisão judicial, o presidente do sindicato, Djair Oliveira, conta que o Sinpol não vê problemas em cumprir as determinações. "Vamos recorrer, mas já estamos cumprindo a determinação, mesmo sem receber a notificação. A decisão tem várias informações infundadas. Nunca interferimos na entrada de servidores no Centro Administrativo e nem usamos armas", explica.
Oliveira reforça o entendimento que a decisão teve cunho "pessoal".
"Existe uma rixa pessoal do desembargador com os policiais civis e o
Sinpol. Ele era secretário de Segurança em 2003, ano em que aconteceu
uma das maiores greves da categoria. Na época Cláudio Santos dava
declarações nos chamando de bandidos", lembra o presidente do Sinpol,
que pretende levar a categoria para o Tribunal de Justiça do RN nesta
quarta para tentar dialogar com os desembargadores.


Nenhum comentário:
Postar um comentário