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terça-feira, 15 de outubro de 2013

Bancários do Banco do Brasil e Caixa Econômica voltam ao trabalho hojé

 


Os bancários do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal (CEF) no Rio Grande do Norte voltarão ao trabalho normalmente hojé (15), enquanto a greve no Banco do Nordeste (BNB) continua por tempo indeterminado. 

A decisão foi tomada em assembleia do Sindicato dos Bancários do RN realizada onde funcionava o Colégio Imaculada Conceição (CIC) às 17h desta segunda-feira (14). Os bancários do BNB devem realizar outra assembleia ainda amanhã às 16h na sede do sindicato para reavaliar a situação.

As agências da Caixa Econômica deverão abrir duas horas antes para fazer atendimentos específicos, como pagamentos de FGTS, INSS, Seguro-Desemprego e Bolsa Família, e uma hora antes para o público em geral.

A categoria já havia aceitado a  proposta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) de reajuste de 8% para os funcionários e elevação do piso em 8,5%, mesmo que o pedido inicial fosse de um reajuste de 11,93% e outras reivindicações financeiras. Em relação à reposição das horas paradas, a presidente do Sindicato dos Bancários, Marta Turra, informou que os bancos propuseram que as horas extras sejam repostas até o dia 15 de dezembro e, caso não se atinja essa meta, metade das horas seriam anistiadas.

Segundo ela, o sindicato não obteve boas respostas dos bancos sobre as reivindicações. “O acordo não foi bom, mas não dá mais. Ninguém aguenta mais esse sofrimento tanto do povo quanto nosso”, declarou.

Em nota publicada no site oficial do sindicato, os grevistas apontaram o enfraquecimento do movimento causado pelo comando nacional da greve, encabeçado pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf), como principal motivo para encerrar a greve nos dois bancos públicos. 

"A greve ainda permanecia forte em vários locais, mas manobras fizeram com que a greve fosse rejeitada pelo Brasil. Para se ter uma ideia, na assembleia da Caixa em Brasília, a base foi impedida de se manifestar", diz a nota.

Tribuna do Norte

 

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