Refrigerante foi comprado em mercado de Osasco, na Grande São Paulo; fã
de Coca-Cola, mulher disse que nunca mais tomará o produtoGarrafa de Coca-Cola com seringa foi comprada em mercado de Osasco
A comerciante Fabia Alves Bossolani, de 49 anos, não acreditou quando
encontrou – na garrafa lacrada de Coca-Cola – uma seringa. O caso
aconteceu na última quinta-feira, quando um amigo comprou o refrigerante
em um supermercado de Osasco, na Grande São Paulo, e levou até ela.
“Eu sempre fui apaixonada pelo refrigerante e, quando falaram do rato em uma garrafa, eu não acreditei. Desta vez, não tive como não acreditar e resolvi procurar a empresa”, afirmou em entrevista ao Portal da Band.
Segundo Fabia, a partir de agora não vai mais tomar Coca-Cola. “Peguei aversão. Ou tem alguém colocando objetos de propósito, ou o controle de qualidade não é eficiente”, disse.
A comerciante procurou o SAC da companhia para relatar o problema e, segundo ela, foi prontamente atendida. O problema, de acordo com a consumidora, é que uma equipe foi até sua casa para trocar o produto e fazer sua própria análise. “Eu achei melhor não entregar e ir até a polícia para que a fiscalização seja feita por órgãos fora da Coca-cola”.
Depois disso, ela foi até a delegacia mais próxima de sua casa, que a encaminhou para o DPTC (Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania). Eles pediram para que Fabia levasse a garrafa até o local, onde as medidas legais devem ser tomadas.
Procurada pelo Portal da Band, a Coca-Cola não se pronunciou até a publicação da reportagem. da Band
“Eu sempre fui apaixonada pelo refrigerante e, quando falaram do rato em uma garrafa, eu não acreditei. Desta vez, não tive como não acreditar e resolvi procurar a empresa”, afirmou em entrevista ao Portal da Band.
Segundo Fabia, a partir de agora não vai mais tomar Coca-Cola. “Peguei aversão. Ou tem alguém colocando objetos de propósito, ou o controle de qualidade não é eficiente”, disse.
A comerciante procurou o SAC da companhia para relatar o problema e, segundo ela, foi prontamente atendida. O problema, de acordo com a consumidora, é que uma equipe foi até sua casa para trocar o produto e fazer sua própria análise. “Eu achei melhor não entregar e ir até a polícia para que a fiscalização seja feita por órgãos fora da Coca-cola”.
Depois disso, ela foi até a delegacia mais próxima de sua casa, que a encaminhou para o DPTC (Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania). Eles pediram para que Fabia levasse a garrafa até o local, onde as medidas legais devem ser tomadas.
Procurada pelo Portal da Band, a Coca-Cola não se pronunciou até a publicação da reportagem. da Band



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