Após anos 'batendo na trave', finalmente Cristiano Ronaldo desbancou
Lionel Messi na eleição de melhor jogador do mundo. O atacante do Real
Madrid quebrou a hegemonia do argentino e conquistou pela segunda vez da
Bola de Ouro da Fifa, em cerimônia realizada nesta segunda-feira, em
Zurique, na Suíça.
"Não há palavras para descrever esse momento.
Estou muito feliz. Obrigado a todos os meus companheiros do Real Madrid
e da seleção. É um orgulho enorme, as pessoas que me conhecem sabem o
sacrifício que foi. É um momento muito emocionante para mim e não
consigo falar", disse Cristiano Ronaldo, que chorou muito na entrega do
prêmio e subiu ao palco acompanhado do filho.
Segundo colocado em três das quatro edições anteriores, Cristiano Ronaldo nunca escondeu sua frustração por ficar atrás do argentino nas premiações. O português até se envolveu em polêmica com o presidente da Fifa Joseph Blatter, que debochou de sua preocupação com o visual e rasgou elogios a Messi. O jogador do Real ameaçou boicotar a Bola de Ouro, o que levou o dirigente a pedir desculpas publicamente.
Messi, porém, não chegou à premiação deste ano com o mesmo status de 'imbatível' das edições anteriores. O atacante do Barcelona tem sofrido com lesões e foi desfalque na reta final da Liga dos Campeões, mas ainda assim fez 45 gols em 47 jogos em 2013 e foi artilheiro do Campeonato Espanhol.
Além dos problemas físicos de seu principal rival, Cristiano Ronaldo foi favorecido pela prorrogação do prazo de votação dado pela Fifa. A data final era 15 de novembro, mas foi estendida pela entidade até dia 29 do mesmo mês – o que foi criticado por Ribéry, que se sentiu prejudicado e classificou a atitude como 'uma vergonha'.
Isto porque, durante o período de prorrogação, Cristiano Ronaldo brilhou pela repescagem das eliminatórias para a Copa do Mundo. Marcou três gols em duelo decisivo contra a Suécia e classificou Portugal para o Mundial do Brasil-2014, o que teria lhe garantido mais votos na eleição da Bola de Ouro.
Segundo colocado em três das quatro edições anteriores, Cristiano Ronaldo nunca escondeu sua frustração por ficar atrás do argentino nas premiações. O português até se envolveu em polêmica com o presidente da Fifa Joseph Blatter, que debochou de sua preocupação com o visual e rasgou elogios a Messi. O jogador do Real ameaçou boicotar a Bola de Ouro, o que levou o dirigente a pedir desculpas publicamente.
Messi, porém, não chegou à premiação deste ano com o mesmo status de 'imbatível' das edições anteriores. O atacante do Barcelona tem sofrido com lesões e foi desfalque na reta final da Liga dos Campeões, mas ainda assim fez 45 gols em 47 jogos em 2013 e foi artilheiro do Campeonato Espanhol.
Além dos problemas físicos de seu principal rival, Cristiano Ronaldo foi favorecido pela prorrogação do prazo de votação dado pela Fifa. A data final era 15 de novembro, mas foi estendida pela entidade até dia 29 do mesmo mês – o que foi criticado por Ribéry, que se sentiu prejudicado e classificou a atitude como 'uma vergonha'.
Isto porque, durante o período de prorrogação, Cristiano Ronaldo brilhou pela repescagem das eliminatórias para a Copa do Mundo. Marcou três gols em duelo decisivo contra a Suécia e classificou Portugal para o Mundial do Brasil-2014, o que teria lhe garantido mais votos na eleição da Bola de Ouro.
Cristiano Ronaldo se tornou o primeiro jogador desde
Ronaldinho Gaúcho em 2004 a ser eleito o melhor do mundo em um ano em
que não conquistou nenhum título. O português, porém, foi o artilheiro
da Liga dos Campeões 2012-13 (12 gols), na qual levou seu time às
semifinais, e o segundo goleador do Campeonato Espanhol. Em 2013, foram
69 gols em 59 partidas.
Finalista do prêmio nas últimas sete edições, Messi saiu da cerimônia da Fifa com a terceira colocação pela primeira vez. Vencedor nos quatro anos anteriores, o argentino ficou em segundo em 2007 e 2008.
Já Ribéry não conseguiu transformar a temporada perfeita do Bayern de Munique em um prêmio individual. Sem os números e o carisma de seus concorrentes, o atacante francês tinha como trunfo o ano dourado de seu clube, campeão do Campeonato Alemão, da Copa da Alemanha, da Liga dos Campeões e do Mundial de clubes.
Finalista do prêmio nas últimas sete edições, Messi saiu da cerimônia da Fifa com a terceira colocação pela primeira vez. Vencedor nos quatro anos anteriores, o argentino ficou em segundo em 2007 e 2008.
Já Ribéry não conseguiu transformar a temporada perfeita do Bayern de Munique em um prêmio individual. Sem os números e o carisma de seus concorrentes, o atacante francês tinha como trunfo o ano dourado de seu clube, campeão do Campeonato Alemão, da Copa da Alemanha, da Liga dos Campeões e do Mundial de clubes.


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