No
dia 25 de maio de 2013, o atacante Neymar comunicou que estava deixando o
Santos para jogar no Barcelona. Depois de quase um ano, os capítulos da
“novela” envolvendo a venda do craque brasileiro parecem não ter fim. Agora,
depois de o jornal “El Mundo”, da Espanha, publicar que o time catalão teria omitido € 38 milhões (R$ 120 milhões) da negociação que levou o atleta à
Espanha, a oposição santista tomou uma decisão: pedirá explicações da venda do
jogador na primeira reunião do Conselho Deliberativo do ano.
Além
disso, conselheiros das chapas que não apoiam o presidente em exercício do
Peixe, Odílio Rodrigues, querem o impeachment do mandatário. A ideia,
porém, parece ser apenas um sonho, principalmente pelo fato de a maioria dos
membros do conselho serem formados por membros da situação.
Politicamente, a investigação no conselho será dificultada ao máximo. Por isso,
estou estudando medidas judiciais junto à Justiça Federal, visando a apuração
de um eventual crime de evasão de divisas, já que na Espanha a justiça aceitou
essa denúncia – explica Orlando Rollo, presidente da chapa Terceira Via
Santista, um dos grupos de oposição política do Alvinegro.
Apesar
de saber que a possibilidade de impeachment é remota, Rollo não acredita que
seja impossível. Para ele, a comprovação das possíveis irregularidades citadas
pela imprensa espanhola pode ser o suficiente para que o presidente santista
perca o cargo.
Dependendo do que for apurado, há sim (a possibilidade de impeachment) – afirma. Para
isso, no dia 17 de fevereiro, quando será realizada a primeira reunião do
Conselho Deliberativo do Peixe, Rollo pedirá, junto com os conselheiros de
oposição do clube, a abertura dos contratos da negociação de Neymar com o
Barcelona.
G1.COM


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