O julgamento de Laílson Lopes, acusado de ser um dos autores
intelectuais da morte do radialista F Gomes, segue noite a dentro.
Quinze testemunhas de acusação e defesa já se revesaram no local onde
são prestados os depoimentos dentro do Salão do Júri Siloé Capuxu em
Caicó. Laílson está preso desde início de 2013 e era pra ter sido
julgado em agosto do ano passado, junto com o autor dos disparos que
mataram F Gomes, o homicida confesso, Dão, condenado a 27 anos de prisão
em regime fechado. A advogada de Laílson, à época desistiu da defesa e o
júri do Gordo da Rodoviária, como é conhecido, foi adiado, ocorrendo
finalmente neste dia 10 de abril.
Quem presta seu depoimento neste momento é a esposa do réu, a radialista
Lucineide Medeiros. Ela disse que está casada com Laílson Lopes há 18
anos. Disse que o esposo era uma pessoa boa, prestativa e companheira,
mas, como marido, o único defeito era ser mulherengo.
Disse ainda que na
época da morte eles estavam separados. Lucineide também falou de uma
divida que o Gordo tinha com a Caixa, o que acarretou na venda da casa
deles. "Após a venda, começou uma boataria de que o negócio teria sido
feito para que Laíson pudesse fugir, mas não era verdade", destacou a
radialista.
Sobre os rumores de que teria caso com F Gomes, Lucineide disse que era
mentira.
NOITE DO CRIME
Na noite do ocorrido, Lucineide afirma que estava em casa e disse que falou com Laílson. Depois que soube da morte de F Gomes, Lailson foi até a casa onde ela se encontrava e perguntou se a esposa gostaria que ele a acompanhasse ao velório de F Gomes, mas ela recusou. Ela disse também que se considera uma das maiores vitimas, depois de F Gomes.
Respondendo uma pergunta feita pelo promotor Geraldo Rufino, Lucineide confidenciou que Laílson chegou a comentar com ela de ter ouvido fofocas sobre suposta infidelidade esposa de F Gomes.
Disse também que F Gomes era bom marido, bom pai, bom amigo e bom filho e que desconhecia ameaças ao radialista por conta do seu trabalho no rádio.
Em certo trecho do seu depoimento a radialista se emocionou e afirmou sentir muita falta de F Gomes, mas guarda uma mágoa da mãe do radialista que teria falado mal dela em um programa de rádio.
Por fim, enfatizou não saber nada sobre o envolvimento de Laílson na morte de F Gomes, além do que toda a imprensa sabe e divulga.
NOITE DO CRIME
Na noite do ocorrido, Lucineide afirma que estava em casa e disse que falou com Laílson. Depois que soube da morte de F Gomes, Lailson foi até a casa onde ela se encontrava e perguntou se a esposa gostaria que ele a acompanhasse ao velório de F Gomes, mas ela recusou. Ela disse também que se considera uma das maiores vitimas, depois de F Gomes.
Respondendo uma pergunta feita pelo promotor Geraldo Rufino, Lucineide confidenciou que Laílson chegou a comentar com ela de ter ouvido fofocas sobre suposta infidelidade esposa de F Gomes.
Disse também que F Gomes era bom marido, bom pai, bom amigo e bom filho e que desconhecia ameaças ao radialista por conta do seu trabalho no rádio.
Em certo trecho do seu depoimento a radialista se emocionou e afirmou sentir muita falta de F Gomes, mas guarda uma mágoa da mãe do radialista que teria falado mal dela em um programa de rádio.
Por fim, enfatizou não saber nada sobre o envolvimento de Laílson na morte de F Gomes, além do que toda a imprensa sabe e divulga.


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