O deputado José Dias (PSD) criticou o fato da Barragem de Oiticica não
estar sendo construída com uma capacidade maior que os 600 milhões de
metros cúbicos. O parlamentar afirmou que ouviu especialistas em
recursos hídricos que apontaram haver possibilidade da barragem poder
ter quase o dobro do tamanho.
“O Rio Grande do Norte pensa muito pequeno, e quando falo isso me refiro à construção da Barragem de Oiticica, que já deveria ter sido construída há muito tempo e tem função fundamental para o fornecimento de recursos hídricos ao Estado, não apenas ao Seridó e o Assu”, disse.
O parlamentar afirmou que a cada dia fica mais clara a necessidade da barragem, que classificou como um “pulmão auxiliar” da barragem Armando Ribeiro Gonçalves. “A grande verdade é esta, temos sido punidos pela nossa incapacidade de pensarmos alto naquilo que poderíamos”.
José Dias afirmou que conversou com especialistas do governo federal, que disseram que o RN não deveria ter se conformado com uma barragem de potencial aquém: ao invés de 600 milhões de metros cúbicos, a região comportaria uma barragem de um bilhão.
“O Rio Grande do Norte pensa muito pequeno, e quando falo isso me refiro à construção da Barragem de Oiticica, que já deveria ter sido construída há muito tempo e tem função fundamental para o fornecimento de recursos hídricos ao Estado, não apenas ao Seridó e o Assu”, disse.
O parlamentar afirmou que a cada dia fica mais clara a necessidade da barragem, que classificou como um “pulmão auxiliar” da barragem Armando Ribeiro Gonçalves. “A grande verdade é esta, temos sido punidos pela nossa incapacidade de pensarmos alto naquilo que poderíamos”.
José Dias afirmou que conversou com especialistas do governo federal, que disseram que o RN não deveria ter se conformado com uma barragem de potencial aquém: ao invés de 600 milhões de metros cúbicos, a região comportaria uma barragem de um bilhão.
“Estamos perdendo aí quase que a
metade da capacidade da bacia hidrográfica”, afirmou o deputado,
acrescentando que o RN também foi prejudicado com a mini-refinaria, em
Guamaré, muito pequena para a contribuição petrolífera que dá ao País.


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