O juiz Witemburgo Gonçalves de Araújo,
que está respondendo pelo expediente da Vara Criminal de Caicó, negou
provimento a um pedido de relaxamento de prisão para Irapuan Saldanha,
preso desde o final de fevereiro em consequência da Operação Coiteiros,
realizada em Caicó e região.
O advogado de Puã havia entrado com um pedido de relaxamento de prisão
baseado na aplicação de medida cautelar diversa da detenção para o
acusado Irapuan Monteiro Saldanha. Para isso,
argumentou ser seu cliente detentor de primariedade, bons antecedentes,
residência fixa e profissão definida, além de afirmar haver excesso de
prazo na prisão preventiva, entretanto, Witemburgo Gonçalves entendeu
que permanecem presentes os pressupostos e fundamentos que levaram a
decretação da prisão preventiva do acusado Irapuan Saldanha, não tendo
havido nenhuma modificação dos fatos desde o dia 26 de fevereiro, data
da detenção.
O magistrado também proferiu não haver excesso de prazo para a a prisão preventiva de Puã, já que se trata de um processo complexo, por envolver a apuração da prática de delitos envolvendo uma suposta organização criminosa. Por fim, Witemburgo decidiu por manter Puã em prisão preventiva rejeitando o pedido de medidas cautelares diversas da prisão.
O magistrado também proferiu não haver excesso de prazo para a a prisão preventiva de Puã, já que se trata de um processo complexo, por envolver a apuração da prática de delitos envolvendo uma suposta organização criminosa. Por fim, Witemburgo decidiu por manter Puã em prisão preventiva rejeitando o pedido de medidas cautelares diversas da prisão.

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