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segunda-feira, 12 de maio de 2014

Secretaria de Saúde investiga morte de empresária por H1N1

 
Laís Muniz faleceu na última segunda-feira (Crédito: Reprodução Facebook)

A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta quarta-feira, 07, nota onde afirma está investigando um óbito que pode ter sido provocado pelo vírus da Gripe (H1N1).

A vítima seria a empresária alagoana Laís Muniz, 25 anos, que teria viajado reentemente ao Rio Grande do Norte. Laís foi internada em hospital de Maceió, e acabou falecendo na última segunda-feira.

Na nota, a Secretaria diz que o material biológico coletado da vítima foi encaminhado ao  Laboratório Fiocruz, no Rio de Janeiro. A previsão é de que o resultado seja divulgado em no mínimo 15 dias.

Confira a nota na íntegra.

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) informa que está investigando um óbito suspeito de Gripe A (H1N1), ocorrido em Maceió, cuja paciente este recentemente no Rio Grande do Norte (RN). Para isso, na última segunda-feira (5), realizou a coleta de material biológico da vítima e o encaminhou para o Laboratório Fiocruz, no Rio de Janeiro.

Esclarece que o resultado do exame deve estar pronto em no mínimo 15 dias, segundo informações do Fiocruz, mas enfatiza que, todas as providências foram adotadas no sentido de resguardar a integridade dos familiares da vítima. Para isso, cinco pessoas que tiveram contato com a vítima e apresentaram sintomas semelhantes aos da Gripe A foram medicados com o Tamiflu, seguindo protocolo determinado pelo Ministério da Saúde (MS).

A Sesau enfatiza a importância de que os alagoanos com perfil preconizado pelo MS procurem os postos de saúde espalhados em todos os 102 municípios do Estado, a fim de se imunizarem contra a Influenza. Devem ser vacinadas crianças de seis meses a menores de cinco anos, idosos com idade a partir de 60 anos, trabalhadores da saúde, gestantes, puérperas, população carcerária e indígena, e portadores de doenças crônicas, desde que devidamente autorizados pelos seus médicos.

A vacina é contra indicada para pessoas com história de reação anafilática prévia em doses anteriores ou àqueles que tenham alergia grave relacionada a ovo de galinha e seus derivados. Segundo estudo pode reduzir entre 32% a 45% o número de hospitalizações por pneumonias e de 39% a 75% a mortalidade por complicações da influenza. 





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