Laís Muniz faleceu na última segunda-feira (Crédito: Reprodução Facebook)
A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta quarta-feira, 07, nota
onde afirma está investigando um óbito que pode ter sido provocado pelo
vírus da Gripe (H1N1).
A vítima seria a empresária alagoana Laís Muniz, 25 anos, que teria
viajado reentemente ao Rio Grande do Norte. Laís foi internada em
hospital de Maceió, e acabou falecendo na última segunda-feira.
Na nota, a Secretaria diz que o material biológico coletado da vítima
foi encaminhado ao Laboratório Fiocruz, no Rio de Janeiro. A previsão é
de que o resultado seja divulgado em no mínimo 15 dias.
Confira a nota na íntegra.
A Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) informa que está investigando
um óbito suspeito de Gripe A (H1N1), ocorrido em Maceió, cuja paciente
este recentemente no Rio Grande do Norte (RN). Para isso, na última
segunda-feira (5), realizou a coleta de material biológico da vítima e o
encaminhou para o Laboratório Fiocruz, no Rio de Janeiro.
Esclarece que o resultado do exame deve estar pronto em no mínimo 15
dias, segundo informações do Fiocruz, mas enfatiza que, todas as
providências foram adotadas no sentido de resguardar a integridade dos
familiares da vítima. Para isso, cinco pessoas que tiveram contato com a
vítima e apresentaram sintomas semelhantes aos da Gripe A foram
medicados com o Tamiflu, seguindo protocolo determinado pelo Ministério
da Saúde (MS).
A Sesau enfatiza a importância de que os alagoanos com perfil
preconizado pelo MS procurem os postos de saúde espalhados em todos os
102 municípios do Estado, a fim de se imunizarem contra a Influenza.
Devem ser vacinadas crianças de seis meses a menores de cinco anos,
idosos com idade a partir de 60 anos, trabalhadores da saúde, gestantes,
puérperas, população carcerária e indígena, e portadores de doenças
crônicas, desde que devidamente autorizados pelos seus médicos.
A vacina é contra indicada para pessoas com história de reação
anafilática prévia em doses anteriores ou àqueles que tenham alergia
grave relacionada a ovo de galinha e seus derivados. Segundo estudo pode
reduzir entre 32% a 45% o número de hospitalizações por pneumonias e de
39% a 75% a mortalidade por complicações da influenza.


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