G1 - Uma estudante de 18 anos registrou um Boletim de Ocorrência
na Delegacia de Plantão da Zona Sul de Natal no qual afirma ter sido
estuprada estuprada por três policiais militares dentro de um carro da
própria corporação.
O crime, segundo ela, aconteceu em uma das ruas mais
movimentadas de Ponta Negra, na Zona Sul da cidade, durante a madrugada
do dia 25 de junho, momento em que ela comemorava, juntamente com um
uruguaio, a vitória da seleção Celeste sobre a Itália por 1 a 0. A
partida foi realizada na Arena das Dunas na tarde do dia anterior,
válida ainda pela primeira fase da Copa do Mundo.
O comandante geral da Polícia Militar, coronel Francisco Araújo Silva, disse ao G1 que ainda não foi comunicado oficialmente sobre o caso. Porém, ele orienta que a jovem também registre a queixa na Corregedoria da Secretaria de Segurança Pública.
Consta no registro da ocorrência que a bordagem dos policiais teria acontecido na Rua Dr. Manoel Augusto Bezerra de Araújo, mais conhecida como a Rua do Salsa, um dos redutos mais boêmios de Natal. Por estar localizado em uma região turística e concentrar dezenas de bares e restaurantes, o local virou um dos pontos de encontro preferidos pelos milhares de turistas que visitaram Natal durante o período em que a cidade recebeu jogos do Mundial.
O comandante geral da Polícia Militar, coronel Francisco Araújo Silva, disse ao G1 que ainda não foi comunicado oficialmente sobre o caso. Porém, ele orienta que a jovem também registre a queixa na Corregedoria da Secretaria de Segurança Pública.
Consta no registro da ocorrência que a bordagem dos policiais teria acontecido na Rua Dr. Manoel Augusto Bezerra de Araújo, mais conhecida como a Rua do Salsa, um dos redutos mais boêmios de Natal. Por estar localizado em uma região turística e concentrar dezenas de bares e restaurantes, o local virou um dos pontos de encontro preferidos pelos milhares de turistas que visitaram Natal durante o período em que a cidade recebeu jogos do Mundial.
No depoimento, a estudante conta que estava acompanhada de um amigo
uruguaio quando o carro da polícia se aproximou. Ao serem abordados, ela
conta que os policiais revistaram o estrangeiro e depois o mandaram
embora. Em seguida, afirma que foi obrigada a entrar no veículo, onde os
policiais alegaram que havia “pó” no nariz dela. A partir de então, a
jovem diz que foi forçada a fazer sexo oral nos três PMs e que depois
eles passaram a estuprá-la.
Segundo a Polícia Civil, após registrar a ocorrência, a estudante foi levada ao Instituto Técnico-Científico de Polícia (Itep), onde foi submetida a um exame de conjunção carnal. O caso foi repassado para a Delegacia Especializada em Atendimento à Mulher (Deam), que aguarda o resultado do laudo pericial para a constatação do estupro.
Além do abuso sexual, a estudante também afirma que os policiais a teriam agredido fisicamente e roubado dela a quantia de R$ 30. Os policiais civis que atenderam a jovem na Delegacia de Plantão contam que ela, por estar em estado de choque e bastante nervosa, não conseguiu dar detalhes que pudessem identificar os policiais.
Segundo a Polícia Civil, após registrar a ocorrência, a estudante foi levada ao Instituto Técnico-Científico de Polícia (Itep), onde foi submetida a um exame de conjunção carnal. O caso foi repassado para a Delegacia Especializada em Atendimento à Mulher (Deam), que aguarda o resultado do laudo pericial para a constatação do estupro.
Além do abuso sexual, a estudante também afirma que os policiais a teriam agredido fisicamente e roubado dela a quantia de R$ 30. Os policiais civis que atenderam a jovem na Delegacia de Plantão contam que ela, por estar em estado de choque e bastante nervosa, não conseguiu dar detalhes que pudessem identificar os policiais.



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