Ao todo, 65 vítimas do avião da companhia Malaysia Airlines, derrubado
no leste da Ucrânia, foram identificadas pelos médicos legistas
holandeses, anunciou o governo da Holanda na último sábado (9).
De acordo com um comunicado divulgado pelo Ministério holandês da Justiça, mais 42 vítimas foram identificadas, sendo 21 holandeses. Ao todo, 193 cidadãos da Holanda morreram na catástrofe.
Na sexta-feira (8), o coordenador da equipe de legistas holandeses informou que chegaram à Holanda 176 corpos mais ou menos completos e 527 restos de vítimas. "Uma equipe de especialistas trabalha dia e noite, mas a identificação de cada vítima levará meses", advertiu o governo.
O avião MH17, que levava 298 passageiros de Amsterdã a Kuala Lumpur, foi abatido por um míssil dia 17 de julho na região de Donetsk, leste da Ucrânia. Seis pesquisadores a bordo se dirigiam a uma conferência sobre Aids em Melbourne, na Austrália.
Devido aos combates no terreno, os últimos investigadores holandeses, australianos e malaios deixaram o local da tragédia e seguiram para a Holanda, de acordo com a imprensa local.
O reduto rebelde de Donetsk sofreu na quarta-feira (7) seu primeiro ataque aéreo e as forças governamentais, que se preparam para retomar a cidade, disseram que 18 soldados morreram em confrontos com rebeldes.
Kiev negou estar por trás do ataque, que não deixou vítimas civis, segundo as autoridades locais.
O ataque ocorreu em uma zona industrial que aloja vários armazéns, situada 7 km a leste do centro de Donetsk e da sede da administração local, controlada pelos rebeldes.
O ataque ocorreu em um momento em que Kiev redobrava seus esforços para recuperar a zona e ter feito avanços, apertando o cerco em torno de Donetsk nas últimas semanas.
De acordo com um comunicado divulgado pelo Ministério holandês da Justiça, mais 42 vítimas foram identificadas, sendo 21 holandeses. Ao todo, 193 cidadãos da Holanda morreram na catástrofe.
Na sexta-feira (8), o coordenador da equipe de legistas holandeses informou que chegaram à Holanda 176 corpos mais ou menos completos e 527 restos de vítimas. "Uma equipe de especialistas trabalha dia e noite, mas a identificação de cada vítima levará meses", advertiu o governo.
O avião MH17, que levava 298 passageiros de Amsterdã a Kuala Lumpur, foi abatido por um míssil dia 17 de julho na região de Donetsk, leste da Ucrânia. Seis pesquisadores a bordo se dirigiam a uma conferência sobre Aids em Melbourne, na Austrália.
Devido aos combates no terreno, os últimos investigadores holandeses, australianos e malaios deixaram o local da tragédia e seguiram para a Holanda, de acordo com a imprensa local.
O reduto rebelde de Donetsk sofreu na quarta-feira (7) seu primeiro ataque aéreo e as forças governamentais, que se preparam para retomar a cidade, disseram que 18 soldados morreram em confrontos com rebeldes.
Kiev negou estar por trás do ataque, que não deixou vítimas civis, segundo as autoridades locais.
O ataque ocorreu em uma zona industrial que aloja vários armazéns, situada 7 km a leste do centro de Donetsk e da sede da administração local, controlada pelos rebeldes.
O ataque ocorreu em um momento em que Kiev redobrava seus esforços para recuperar a zona e ter feito avanços, apertando o cerco em torno de Donetsk nas últimas semanas.


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