Das 60 motocicletas BMW compradas em junho pela Secretaria de Segurança
do RN para reforçar o policiamento, 42 estão paradas à espera de
revisão e não há previsão de quando voltarão a operar. Mais três motos
estão fora de operação após terem sido queimadas por um policial militar
durante um surto psicótico.
As motocicletas que esperam revisão já atingiram ou estão perto de
atingir 1.000 km rodados - limite, de acordo com o manual da BMW, para
que seja feita a primeira manutenção. Das 60 motos novas, a Polícia
Militar tinha à disposição, até ontem (07), apenas 15. Elas vêm sendo
utilizadas de forma racionada – três por dia. As informações são de uma
fonte policial.
Após saber do problema, a TRIBUNA DO NORTE ouviu, por telefone, o secretário de Segurança Pública e Defesa Social do Rio Grande do Norte, general Eliéser Girão Monteiro. No início, ele procurou minimizar a situação, mas depois se irritou e não quis mais falar sobre o assunto, dizendo que só responderia se as perguntas fossem encaminhadas por escrito.
Segundo a TN apurou, a primeira revisão da moto BMW é um processo simples, que se resume à troca de óleo e um ajuste no motor, coisa que os próprios policiais poderiam fazer. Mas não fazem porque as motocicletas perderiam a garantia.
Na concessionária autorizada, cada revisão custa em torno de R$500, o que daria um total de R$30 mil (referentes aos 60 veículos). O titular da Sesed não informou se havia dinheiro para o serviço. Mas, segundo a fonte da TN, o processo de compra deveria ter incluído a manutenção, mas isso não aconteceu. A segunda revisão só será necessária com 10 mil km rodados.
O comandante geral da Polícia Militar do RN, coronel Francisco Araújo, informou que a Ronda Ostensiva com Apoio de Motocicletas (Rocam) continua sendo feita com as motos antigas – são 207 no total, do tipo Honda Falcon e Yamaha Lander.
Após saber do problema, a TRIBUNA DO NORTE ouviu, por telefone, o secretário de Segurança Pública e Defesa Social do Rio Grande do Norte, general Eliéser Girão Monteiro. No início, ele procurou minimizar a situação, mas depois se irritou e não quis mais falar sobre o assunto, dizendo que só responderia se as perguntas fossem encaminhadas por escrito.
Segundo a TN apurou, a primeira revisão da moto BMW é um processo simples, que se resume à troca de óleo e um ajuste no motor, coisa que os próprios policiais poderiam fazer. Mas não fazem porque as motocicletas perderiam a garantia.
Na concessionária autorizada, cada revisão custa em torno de R$500, o que daria um total de R$30 mil (referentes aos 60 veículos). O titular da Sesed não informou se havia dinheiro para o serviço. Mas, segundo a fonte da TN, o processo de compra deveria ter incluído a manutenção, mas isso não aconteceu. A segunda revisão só será necessária com 10 mil km rodados.
O comandante geral da Polícia Militar do RN, coronel Francisco Araújo, informou que a Ronda Ostensiva com Apoio de Motocicletas (Rocam) continua sendo feita com as motos antigas – são 207 no total, do tipo Honda Falcon e Yamaha Lander.


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