O vírus do Ebola deixou de ser um problema apenas da África Ocidental
para se tornar, também, uma ameaça a toda a humanidade conforme
avaliaram nesta quarta-feira algumas autoridades dos Estados Unidos. Até
agora, apenas cinco países foram atingidos pela doença – Libéria, Serra
Leoa, Guiné, Nigéria e Senegal – mas há a expectativa de que ela se
espalhe para outras partes do mundo.
“O Ebola está se alastrando de maneira mais rápida do que estão conseguindo controlar os profissionais de saúde”, disse Tom Kenyon, do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos. Ainda assim, Kenyon afirmou que o mundo possui as ferramentas necessárias para conter o surto, basta colocá-las em prática. “É preciso abrir mais centros de tratamento”, declarou, acrescentando que tem negociado com a África o envio de mais médicos e enfermeiros.
Para ele, a saída é tomar as medidas que foram adotadas em outros casos de surtos de doença, como isolar os doentes, monitorar os sintomas e enterrar com cuidado as vítimas fatais. Vacinas e tratamentos experimentais não estariam disponíveis a tempo de fazer alguma diferença, completou.
“O Ebola está se alastrando de maneira mais rápida do que estão conseguindo controlar os profissionais de saúde”, disse Tom Kenyon, do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos. Ainda assim, Kenyon afirmou que o mundo possui as ferramentas necessárias para conter o surto, basta colocá-las em prática. “É preciso abrir mais centros de tratamento”, declarou, acrescentando que tem negociado com a África o envio de mais médicos e enfermeiros.
Para ele, a saída é tomar as medidas que foram adotadas em outros casos de surtos de doença, como isolar os doentes, monitorar os sintomas e enterrar com cuidado as vítimas fatais. Vacinas e tratamentos experimentais não estariam disponíveis a tempo de fazer alguma diferença, completou.
Segundo a organização SIM USA, que tem feito trabalhos humanitários no
continente africano, o médico contraiu o vírus do Ebola na Libéria e já
está isolado. Ele atua como obstetra. A missionária Nancy Writebol, de
59 anos, e o médico Kent Brantly, de 33, também foram infectados no país
e tiveram alta depois de serem tratados no hospital universitário de
Emory.
Fonte: Estadão
Fonte: Estadão


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