Após mais de 12 horas de julgamento ontem, o júri popular decidiu pela
condenação de Thiago Felipe Rodrigues Pereira, acusado por envolvimento
na morte da estudante Maria Luiza. Ele foi condenado a mais de 26 anos
de prisão em regime fechado. O réu responde pelos crimes de homicídio
triplamente qualificado,cárcere privado, furto, vilipêndio de cadáver,
coação processual e ocultação de cadáver. O julgamento foi realizado no
Fórum Seabra Fagundes, em Lagoa Nova.O julgamento desmembrado.
A decisão do desmembramento foi da juíza Eliana Alves Marinho, da 1ª
Vara Criminal de Natal, junto ao Ministério Público Estadual. Eles
optaram separação do julgamento alegando que a ação não acarretaria em
prejuízos ao caso e que a defesa do outro réu, Kleisson de Souza Freitas
Silva, 34 anos, não estava presente em função de uma viagem
internacional. Ele terá dez dias para apresentar defesa.
O advogado Marcus Alânio, que defende Thiago Felipe Rodrigues, tinha renunciado ao caso no dia 30 de outubro, mas ontem estava presente durante o júri popular e pediu que a sessão fosse adiada, mas não conseguiu.
A condenação dos responsáveis pelo crime é considerado um alento para a mãe da vítima, Rosilane Fernandes. “Continuo vendo esses pedidos de adiamento das defesas como um desaforo à memória da minha filha”, disse.
O advogado Marcus Alânio, que defende Thiago Felipe Rodrigues, tinha renunciado ao caso no dia 30 de outubro, mas ontem estava presente durante o júri popular e pediu que a sessão fosse adiada, mas não conseguiu.
A condenação dos responsáveis pelo crime é considerado um alento para a mãe da vítima, Rosilane Fernandes. “Continuo vendo esses pedidos de adiamento das defesas como um desaforo à memória da minha filha”, disse.


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