O cronometro marcava apenas um minuto de jogo quando o
goleiro Barovero defendeu o pênalti cobrado por Gigliotti. A bola na rede
colocaria o Boca Juniors em vantagem em pleno Monumental de Nuñez na luta por
uma vaga na final da Copa Sul-Americana.
A defesa não só permitiu ao River
Plate seguir no páreo como minutos mais tarde Pisculichi deu o triunfo aos
donos da casa (1 a 0). O resultado garantiu o time comandado por Marcelo Gallardo na
decisão do torneio, nos dias 3 e 10 de dezembro, contra o Atlético Nacional, que bateu o São Paulo, na última
quarta, nos pênaltis.
O River Plate garantiu-se na decisão
com o resultado desta quinta-feira,
já que na primeira partida, disputada em “La Bombonera”, as duas equipes
não
saíram do zero. A penalidade foi o divisor de águas na etapa inicial. A
infração foi marcada pelo árbitro Germán Delfino após Rojas acertar um
chute em Meli dentro da área aos 15 segundos de partida. E tudo diante
de mais de 68 mil torcedores que lotaram o estádio em Buenos Aires.
Essa
foi a primeira vez na história que o River Plate superou o Boca Juniors
em um mata-mata de competição continental. Após o apito final, alguns
jogadores do Boca Juniors chegaram a brigar com membros da comissão
técnica dos donos da casa. A confusão foi logo abafada pelos seguranças e
pelos policiais presentes no estádio.


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