O segundo dia de aplicação da prova do Exame Nacional do Ensino Médio
(Enem) no Centro de Educação Profissional e Ambiental Escola das Dunas,
no distrito de Pitangui, em Extremoz, foi bastante tumultuado. Além de
problemas com fornecimento de água e energia - que acabou resultando no
cancelamento da prova no local -, uma estudante afirma que sofreu crime
de racismo na escola. "Estou constrangida e vou processar quem fez
isso", disse a estudante Josimeire Batista, 25 anos.
Ela contou que estava no pátio da escola junto com os demais alunos e, quando uma equipe de reportagem chegou ao local, houve uma pequena manifestação. Os candidatos gritaram palavras de ordem e exigiam o cancelamento da prova.
Quando o repórter tentou ouvir os estudantes, uma fiscal disse a Josimeire: "Fale você, negrinha". "Depois disso, chorei bastante. Fiquei nervosa. Mas isso não vai ficar assim. Vou a delegacia e vou processar essa fiscal", contou.
A reportagem da TRIBUNA DO NORTE tentou ouvir a organização do exame na escola, mas ninguém quis comentar nada sobre o episódio e o cancelamento da prova.
Tribuna do Norte
Ela contou que estava no pátio da escola junto com os demais alunos e, quando uma equipe de reportagem chegou ao local, houve uma pequena manifestação. Os candidatos gritaram palavras de ordem e exigiam o cancelamento da prova.
Quando o repórter tentou ouvir os estudantes, uma fiscal disse a Josimeire: "Fale você, negrinha". "Depois disso, chorei bastante. Fiquei nervosa. Mas isso não vai ficar assim. Vou a delegacia e vou processar essa fiscal", contou.
A reportagem da TRIBUNA DO NORTE tentou ouvir a organização do exame na escola, mas ninguém quis comentar nada sobre o episódio e o cancelamento da prova.
Tribuna do Norte


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