A Polícia Civil do Distrito Federal, em parceria com agentes de
três Estados, desarticulou ontem um núcleo do Primeiro Comando da
Capital (PCC) que atuava em Brasília e cidades do entorno do DF, sob as
ordens de integrantes da organização que estão detidos nos presídios de
Belém 1 e Parelheiros, em São Paulo.
Um total de 14 mandados de prisão
preventiva foram cumpridos, dos quais 13 tinham como alvos integrantes
do grupo que já estavam encarcerados. As autoridades vão pedir à Justiça
a transferência dos envolvidos - inclusive da cúpula paulista - para
unidades federais de segurança máxima e a inclusão de todos no Regime
Disciplinar Diferenciado (RDD).
De acordo com as investigações, o PCC dividiu o País e já teria presença
em cadeias de ao menos 13 unidades da federação. A “filial” candanga se
formou em presídios de cidades goianas pobres muito próximas de
Brasília, como Águas Lindas de Goiás e Luziânia. Atuava principalmente
no tráfico de drogas, além de furtos e roubos para financiar a compra de
carregamentos de armas e entorpecentes vindos do Paraguai, Bolívia e
Peru. Há a suspeita de que os criminosos também têm envolvimento na
explosão de caixas eletrônicos.
Nos últimos meses, um carregamento de uma tonelada de maconha, importada pelo grupo, foi apreendida no DF. A operação de ontem, a “Tabuleiro’, foi posta em curso porque o grupo planejava para a semana que vem o resgate de dois integrantes que estão no presídio de Águas Lindas de Goiás.
A facção do Centro-Oeste recebeu o nome de PLD (Paz, Liberdade, Direito) e copia a estrutura, a hierarquia e os rituais da nave-mãe paulista. Para se associar, é necessário ter um padrinho na organização, que responde pelos atos do afilhado no crime. Deve-se seguir à risca o estatuto da “matriz”, sob pena de julgamento pelos chefes.
Nos últimos meses, um carregamento de uma tonelada de maconha, importada pelo grupo, foi apreendida no DF. A operação de ontem, a “Tabuleiro’, foi posta em curso porque o grupo planejava para a semana que vem o resgate de dois integrantes que estão no presídio de Águas Lindas de Goiás.
A facção do Centro-Oeste recebeu o nome de PLD (Paz, Liberdade, Direito) e copia a estrutura, a hierarquia e os rituais da nave-mãe paulista. Para se associar, é necessário ter um padrinho na organização, que responde pelos atos do afilhado no crime. Deve-se seguir à risca o estatuto da “matriz”, sob pena de julgamento pelos chefes.


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