O Prefeito em Exercício de Caicó, Oriel Segundo de Oliveira(PR), enviou
nesta quarta-feira a Câmara Municipal, projeto de lei que trata da
denominação da Biblioteca Sesi indústria do conhecimento. O espaço será
chamado de “Biblioteca Francisco Fernandes Mota (Poeta Chico Mota)”. Na
sua mensagem Oriel Segundo, pede que o Projeto possa ser tratado em
regime de urgência, levando em consideração que se aproxima o período de
recesso do legislativo, bem como a necessidade da inauguração da
biblioteca.
A Biblioteca Sesi indústria do conhecimento é uma iniciativa do Serviço Social da Indústria – Sesi, em parceria com a Prefeitura Municipal, Fiern, IEL e Senai.
O novo espaço educacional de Caicó foi construído na Praça Dom José Delgado, no bairro Paraíba. Para a construção da Biblioteca a Prefeitura de Caicó cedeu o terreno forneceu pontos de água, luz, esgoto e telefonia, e, ainda, será responsável pela manutenção do espaço através da secretaria de educação.
Equipada com mais de mil livros e 10 computadores, a biblioteca vai atender alunos, trabalhadores das indústrias e comunidade do entorno, promovendo a inclusão digital e o acesso à cultura e será inaugurada em breve.
Chico Mota
Francisco Fernandes da Mota foi um poeta, violeiro, repentista e cordelista paraibano que se tornou célebre no Seridó potiguar, especialmente em Caicó, onde viveu a maior parte de sua vida.
Nasceu aos 23 de outubro de 1924, filho de Henrique Ferreira da Motta e Maria Elvira Fernandes, na Fazenda Dinamarca, município de Catolé do Rocha, Paraíba. Começou a trabalhar na agricultura aos 10 anos de idade e viveu na zona rural até 1963.
Em 1949, deu início à profissão de violeiro. Em 1955, na cidade de São Bento (PB), casou-se com Hermínia Joaquina Alves, com quem viveu até o dia de seu falecimento e lhe deu uma prole de 10 filhos. Em 1º de maio de 1963, criou, juntamente com o violeiro-repentista José Soares Sobrinho (in memoriam), o programa de rádio Violeiros do Seridó.
Em sua trajetória como poeta, é autor de vários cordéis e publicou 4 livros:
Veredas Nordestinas,
Trovas etc. (contos),
Violas e Cantadores e A Saga de um Bandoleiro no Oeste Potiguar.
Gravou 5 CDs, sendo 4 em parceria com outros cantadores. Foi sócio efetivo do Clube dos Trovadores do Seridó/CTS, ocupando a cadeira número 9, que tem como patrono Júlio César da Câmara. Foi membro da Academia de Trovas do Rio Grande do Norte – ATRM, ocupante da cadeira número 38, cujo patrono é o acadêmico José Gotardo Emerenciano Neto. Faleceu no dia 5 de junho de 2011.
A repercussão de seu falecimento foi sentida na homenagem prestada pela Rádio Rural. No horário matutino, em que ele costumava cantar diariamente, violeiros compuseram versos com o mote “A viola nordestina / Mais uma vez enlutada.” Na missa de seu sepultamento, vários colegas poetas entoaram em temas de sete linhas. A Casa da Cultura de Caicó foi rebatizada com seu nome.
Via Blog de Sidney Silva
A Biblioteca Sesi indústria do conhecimento é uma iniciativa do Serviço Social da Indústria – Sesi, em parceria com a Prefeitura Municipal, Fiern, IEL e Senai.
O novo espaço educacional de Caicó foi construído na Praça Dom José Delgado, no bairro Paraíba. Para a construção da Biblioteca a Prefeitura de Caicó cedeu o terreno forneceu pontos de água, luz, esgoto e telefonia, e, ainda, será responsável pela manutenção do espaço através da secretaria de educação.
Equipada com mais de mil livros e 10 computadores, a biblioteca vai atender alunos, trabalhadores das indústrias e comunidade do entorno, promovendo a inclusão digital e o acesso à cultura e será inaugurada em breve.
Chico Mota
Francisco Fernandes da Mota foi um poeta, violeiro, repentista e cordelista paraibano que se tornou célebre no Seridó potiguar, especialmente em Caicó, onde viveu a maior parte de sua vida.
Nasceu aos 23 de outubro de 1924, filho de Henrique Ferreira da Motta e Maria Elvira Fernandes, na Fazenda Dinamarca, município de Catolé do Rocha, Paraíba. Começou a trabalhar na agricultura aos 10 anos de idade e viveu na zona rural até 1963.
Em 1949, deu início à profissão de violeiro. Em 1955, na cidade de São Bento (PB), casou-se com Hermínia Joaquina Alves, com quem viveu até o dia de seu falecimento e lhe deu uma prole de 10 filhos. Em 1º de maio de 1963, criou, juntamente com o violeiro-repentista José Soares Sobrinho (in memoriam), o programa de rádio Violeiros do Seridó.
Em sua trajetória como poeta, é autor de vários cordéis e publicou 4 livros:
Veredas Nordestinas,
Trovas etc. (contos),
Violas e Cantadores e A Saga de um Bandoleiro no Oeste Potiguar.
Gravou 5 CDs, sendo 4 em parceria com outros cantadores. Foi sócio efetivo do Clube dos Trovadores do Seridó/CTS, ocupando a cadeira número 9, que tem como patrono Júlio César da Câmara. Foi membro da Academia de Trovas do Rio Grande do Norte – ATRM, ocupante da cadeira número 38, cujo patrono é o acadêmico José Gotardo Emerenciano Neto. Faleceu no dia 5 de junho de 2011.
A repercussão de seu falecimento foi sentida na homenagem prestada pela Rádio Rural. No horário matutino, em que ele costumava cantar diariamente, violeiros compuseram versos com o mote “A viola nordestina / Mais uma vez enlutada.” Na missa de seu sepultamento, vários colegas poetas entoaram em temas de sete linhas. A Casa da Cultura de Caicó foi rebatizada com seu nome.
Via Blog de Sidney Silva


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