A Polícia
Federal deflagrou nesta quinta-feira (18), no Rio Grande do Norte e
Paraíba, uma operação que busca desarticular uma suposta associação
criminosa que estaria captando recursos de terceiros e concedendo
empréstimos – atividade típica de instituição financeira – sem a
autorização do Banco Central.
Denominada de 'Operação Insipiente', a ação conta com 34 agentes que estão dando cumprimento a 8 mandados de busca e apreensão nos dois estados. Segundo a assessoria de comunicação da PF no Rio Grande do Norte, a investigação decorre de uma apuração anterior, realizada em conjunto com o Ministério Público Federal e Receita Federal, na qual colheram-se indícios de que profissionais de diversas áreas, além de empresários, estavam cometendo o mencionado crime financeiro.
“Com a instauração de novo inquérito, em julho de 2013, diligências confirmaram a prática ilícita, inclusive, com a utilização de empresas de 'factoring' para cometer os delitos”, explicou a PF.
O termo insipiente, que significa “que não tem prudência ou juízo”, é uma alusão ao principal suspeito do inquérito policial, investigado pela Polícia Federal e já denunciado pelo Ministério Público Federal cerca de 10 vezes.
Denominada de 'Operação Insipiente', a ação conta com 34 agentes que estão dando cumprimento a 8 mandados de busca e apreensão nos dois estados. Segundo a assessoria de comunicação da PF no Rio Grande do Norte, a investigação decorre de uma apuração anterior, realizada em conjunto com o Ministério Público Federal e Receita Federal, na qual colheram-se indícios de que profissionais de diversas áreas, além de empresários, estavam cometendo o mencionado crime financeiro.
“Com a instauração de novo inquérito, em julho de 2013, diligências confirmaram a prática ilícita, inclusive, com a utilização de empresas de 'factoring' para cometer os delitos”, explicou a PF.
O termo insipiente, que significa “que não tem prudência ou juízo”, é uma alusão ao principal suspeito do inquérito policial, investigado pela Polícia Federal e já denunciado pelo Ministério Público Federal cerca de 10 vezes.


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