Investigação da Aeronáutica sobre o acidente que matou o então candidato
à Presidência Eduardo Campos em agosto de 2014 aponta para uma
sequência de erros cometidos pelo piloto, afirma reportagem do jornal "O
Estado de S.Paulo" publicada nesta sexta-feira (16).
O principal fator que interferiu na tragédia foi uma falha do piloto, Marcos Martins, que se confundiu durante o procedimento de pouso. Outros fatores que contribuíram foram falhas no treinamento dos pilotos para operar o modelo do avião e também uma falta de coordenação da cabine, já que o comandante e o copiloto não estavam se entendendo.
O G1 confirmou os fatores que interferiram no acidente e obteve também a informação de que o piloto, ao perceber que estava caindo, tentou recuperar altitude e impedir a queda, aponta a investigação.
Isso foi comprovado na análise do "nariz" do Cessna. O ângulo de colisão do avião com o chão levou os investigadores a concluir que os pilotos estavam buscando evitar o choque contra o chão e elevar a altitude. Entre outros fatores que corroboram a tese, estão fotos e vídeos da colisão do avião contra o telhado de uma casa e um prédio antes de bater contra o chão. O conjunto de provas levou a apuração a entender que o Cessna não estava “caindo como um meteoro”.
Segundo o G1 apurou, a investigação concluiu que o avião, que pode atingir até 800 km/h, caiu em baixa velocidade: cerca de 230 km/h. A maior possibilidade é que ele tenha entrado em situação de estol (perda de sustentação) devido à desorientação espacial do comandante Martins.
O principal fator que interferiu na tragédia foi uma falha do piloto, Marcos Martins, que se confundiu durante o procedimento de pouso. Outros fatores que contribuíram foram falhas no treinamento dos pilotos para operar o modelo do avião e também uma falta de coordenação da cabine, já que o comandante e o copiloto não estavam se entendendo.
O G1 confirmou os fatores que interferiram no acidente e obteve também a informação de que o piloto, ao perceber que estava caindo, tentou recuperar altitude e impedir a queda, aponta a investigação.
Isso foi comprovado na análise do "nariz" do Cessna. O ângulo de colisão do avião com o chão levou os investigadores a concluir que os pilotos estavam buscando evitar o choque contra o chão e elevar a altitude. Entre outros fatores que corroboram a tese, estão fotos e vídeos da colisão do avião contra o telhado de uma casa e um prédio antes de bater contra o chão. O conjunto de provas levou a apuração a entender que o Cessna não estava “caindo como um meteoro”.
Segundo o G1 apurou, a investigação concluiu que o avião, que pode atingir até 800 km/h, caiu em baixa velocidade: cerca de 230 km/h. A maior possibilidade é que ele tenha entrado em situação de estol (perda de sustentação) devido à desorientação espacial do comandante Martins.
Martins sobrevoou a pista de Santos (litoral de São Paulo) em alta
altitude e ainda com o trem de pouso recolhido, sem condições para
pouso. Decidiu arremeter e tentar novamente o pouso, acompanhando a
pista visualmente, quando se perdeu.
Verificações detalhadas das partes da aeronave, que foram totalmente
queimadas no acidente, mostram ainda que o trem de pouso e os flaps
estavam recolhidos no momento da queda.

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