Flávio Anselmo não acredita com o fim de investidores
Visando se adequar as exigências da Fifa, a CBF (Confederação Brasileira
de Futebol) anunciou a criação do novo Regulamento Nacional de Registro
e Transferência de Atletas de Futebol. Agora ele passa a ordenar todos
os registros e negociações no âmbito do futebol nacional.
A nova regra
acaba com a figura do investidor e destina todo o direito econômico
sobre os jogadores aos clubes. Mas há quem aposte que esse ainda não
será o fim da participação dos investidores no futebol e ressalte que a
luta travada pela Fifa deve apenas modificar o meio de atuação da
categoria.
O regulamento da CBF indica que a partir de maio apenas os clubes
poderão deter direitos econômicos dos jogadores. Além disso, aponta que
os clubes não precisarão mais dividir os valores das multas rescisórias
entre os investidores.
Flávio Anselmo, ex-dirigente do ABC e que por algum tempo cuidou da carreira do atacante Wallyson, acredita que da forma como vem sendo imposta, a medida tende a estabelecer um ambiente de insegura jurídica no meio esportivo, uma vez que é grande a participação dos investidores no cenário brasileiro. Eles são figuras constantes principalmente nos grandes clubes, que costumam recorrer ao “fatiamento” dos direitos econômicos sobre os atletas.
“A partir de agora os investidores não terão mais como oficializar esse tipo de transação e também não terão o direito reconhecido pela Fifa. Acredito que deva ser provocada uma reunião de investidores com os representantes da CBF para esclarecer essa situação”, disse Flávio Anselmo. Os investidores enxergam no mercado do futebol uma boa fonte de recursos, com isso, não devem simplesmente abrir mão do negócio.
Flávio Anselmo, ex-dirigente do ABC e que por algum tempo cuidou da carreira do atacante Wallyson, acredita que da forma como vem sendo imposta, a medida tende a estabelecer um ambiente de insegura jurídica no meio esportivo, uma vez que é grande a participação dos investidores no cenário brasileiro. Eles são figuras constantes principalmente nos grandes clubes, que costumam recorrer ao “fatiamento” dos direitos econômicos sobre os atletas.
“A partir de agora os investidores não terão mais como oficializar esse tipo de transação e também não terão o direito reconhecido pela Fifa. Acredito que deva ser provocada uma reunião de investidores com os representantes da CBF para esclarecer essa situação”, disse Flávio Anselmo. Os investidores enxergam no mercado do futebol uma boa fonte de recursos, com isso, não devem simplesmente abrir mão do negócio.
“Com a
dificuldade criada de formalizar parceria com os clubes grandes, podemos
ver surgirem a figura dos clubes emergentes. Aquele tendo um ou alguns
investidores como mantenedores e que irão servir de embrião para os
atletas adquiridos pelos empresários. Já vimos isso com o Corinthians,
em Alagoas, e no RN um bom exemplo dessa prática é o de Marcone
Barretto, com o Globo”, destaca.
Tribuna do Norte


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