Férias escolares, elevação da temperatura e aumento do fluxo de
turistas. Esses são alguns fatores que fazem o consumo de água disparar
na capital do Rio Grande do Norte nos meses de dezembro e janeiro. A
média de consumo diário que é de três mil litros por segundo sobe para
3.600 durante os dois meses.
Apesar do aumento de 20%, o racionamento
ainda não é um risco iminente para a cidade. Já no interior do Estado, a
situação é mais preocupante. Reservatórios estão à beira de chegar ao
volume morto e, se não chover, outros vão secar em menos de um ano.
De acordo com a Agência Nacional de Águas (ANA), o abastecimento de
Natal e Região Metropolitana – que compreende nove municípios e possui
uma população que corresponde a 49% da população total do Estado – é
dividido, basicamente, em duas regionais: Norte e Sul. A região norte é
atendida por uma bateria de poços e pela Lagoa de Extremoz.
O reservatório está com 81,02% de seu volume total. A lagoa tem capacidade para armazenar 11.019.525 metros cúbicos de água e, segundo dados da secretaria Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh), coletados no dia 31 de dezembro do ano passado, está com 8.927.654 metros cúbicos.
O reservatório está com 81,02% de seu volume total. A lagoa tem capacidade para armazenar 11.019.525 metros cúbicos de água e, segundo dados da secretaria Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh), coletados no dia 31 de dezembro do ano passado, está com 8.927.654 metros cúbicos.


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