No
decorrer dos últimos dias temos recebido notícias nem um pouco
animadoras, num primeiro momento, vindas de Brasília, mais precisamente
do Ministério da Fazenda.
Outra notícia de impacto, mas positiva, para os
torcedores brasileiros também veio de Brasília, diretamente do Palácio
da Alvorada: o veto da Presidente à tentativa de aprovar um novo esquema
de parcelamento das dívidas fiscais ou tributárias de nossos clubes,
sem a menor contrapartida dessas entidades e de seus dirigentes.
Essas notícias, aparentemente, nada têm em comum,
mas, na realidade, elas têm muito em comum, fazem parte de um contexto
no qual, a conta final, acaba sendo paga pelo cidadão, mesmo aquele que
não torce por ninguém e sequer gosta de futebol.
As duras e pesadas decisões das autoridades
monetárias, com o conhecimento e aprovação da Presidência, logicamente,
fazem ajustes econômicos com a finalidade de recolocar o país nos
trilhos e, depois disso, voltar a crescer. De forma resumida, podemos
dizer que o país (entenda-se aqui o “governo”) gastou mais do que
arrecadou (como, porquê e para que é outra discussão que não cabe aqui).
Abriu um rombo nas contas e agora sai todo mundo correndo atrás de dinheiro para tampar o buraco.
Pois bem, antes de entrar no futebol vejamos três dessas medidas.
Vamos começar pelo pacote tributário da Presidente Dilma e seu
Ministro da Fazenda, Joaquim Levy. Trazendo de volta a malfadada CIDE,
entre outros tributos, esse pacote foi criado para arrecadar R$ 20 bilhões, valor equivalente a 0,4% do PIB brasileiro.
Nenhum comentário:
Postar um comentário