A praça Sete de Setembro, na Cidade Alta, amanheceu esta terça-feira
(24) como palco de nova manifestação - desta vez dos servidores do
sitema penitenciário estadual. Cerca de 50 agentes protestam em frente à
Assembléia Legislativa do Rio Grande do Norte reivindicando que o
Estado cumpra uma pauta de ações, como envio do Plano de Cargos,
Carreiras e Salários para o Legislativo, a reforma de unidades
prisionais e a criação de uma secretaria penitenciária.
Segundo o Sindicato dos Agentes Penitenciários do Rio Grande do Norte, ontem foi realizada uma reunião com a Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejuc), na qual o Estado se comprometeu a encaminhar o projeto de lei que cria o plano. Hoje, o salario da categoria é único independentemente do tempo de serviço. O ultimo ajuste, em 2010, estabeleceu o salário em R$3.013.
"É um manifesto para chamar a atenção da sociedade para a situação dos servidores. É muito fácil preso dizer que é oprimido, quando os servidores também são pelo Estado", afirmou Vilma Batista, presidente do sindicato. Hoje, o RN possui 870 agentes penitenciários - número insuficiente, segundo a categoria, para cobrir todo o sistema penitenciário. A media é que grandes unidades carcerárias, como Alcaçuz, tenham apenas quatro agentes de plantão para cuidar de 1,2 mil presos. A fragilidade do sistema ficou clara na semana passada, quando uma série de motins eclodiu nas maiores unidades prisionais. Presos destruíram mais de mil vagas e articularam ataques ao transporte coletivo nas ruas de Natal.
Os agentes também se deslocaram para as galerias da ALRN, com o objetivo de chamar a atenção dos parlamentares. O deputado Fernando Mineiro, líder do governo na Assembléia, se comprometeu a levar as demandas para o governo. "Acho que é natural (este protesto), vejo como direito deles de falar do seu trabalho. Ontem tivemos uma reunião e eu me comprometi em levar as demandas ao governo", afirmou.
O deputado Álvaro Dias também conversou com os manifestantes, e disse que vai cobrar estrutura e equipamentos para os agentes. De acordo com o sindicato, na próxima semana a categoria deve realizar assembleia para discutir a possibilidade de paralisações, caso o governo não negocie. "Mas o sentimento agora é de diálogo", acrescentou Vilma Batista.
Fonte: Tribuna do Norte
Segundo o Sindicato dos Agentes Penitenciários do Rio Grande do Norte, ontem foi realizada uma reunião com a Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejuc), na qual o Estado se comprometeu a encaminhar o projeto de lei que cria o plano. Hoje, o salario da categoria é único independentemente do tempo de serviço. O ultimo ajuste, em 2010, estabeleceu o salário em R$3.013.
"É um manifesto para chamar a atenção da sociedade para a situação dos servidores. É muito fácil preso dizer que é oprimido, quando os servidores também são pelo Estado", afirmou Vilma Batista, presidente do sindicato. Hoje, o RN possui 870 agentes penitenciários - número insuficiente, segundo a categoria, para cobrir todo o sistema penitenciário. A media é que grandes unidades carcerárias, como Alcaçuz, tenham apenas quatro agentes de plantão para cuidar de 1,2 mil presos. A fragilidade do sistema ficou clara na semana passada, quando uma série de motins eclodiu nas maiores unidades prisionais. Presos destruíram mais de mil vagas e articularam ataques ao transporte coletivo nas ruas de Natal.
Os agentes também se deslocaram para as galerias da ALRN, com o objetivo de chamar a atenção dos parlamentares. O deputado Fernando Mineiro, líder do governo na Assembléia, se comprometeu a levar as demandas para o governo. "Acho que é natural (este protesto), vejo como direito deles de falar do seu trabalho. Ontem tivemos uma reunião e eu me comprometi em levar as demandas ao governo", afirmou.
O deputado Álvaro Dias também conversou com os manifestantes, e disse que vai cobrar estrutura e equipamentos para os agentes. De acordo com o sindicato, na próxima semana a categoria deve realizar assembleia para discutir a possibilidade de paralisações, caso o governo não negocie. "Mas o sentimento agora é de diálogo", acrescentou Vilma Batista.
Fonte: Tribuna do Norte

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